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Fim do minimalismo? Nova regra na China mira "telas gigantes" nos carros

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 I'M ZION/Unsplash
I'M ZION/Unsplash

O Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação (MIIT) da China propôs novas normas de segurança para os carros do país, que obrigam as montadoras a reintegrar botões e interruptores físicos para funções essenciais. Se forem aprovadas, as novas medidas passam a valer a partir de 1º de julho de 2027 como uma forma de reduzir a distração dos condutores

Por ora, o texto indica que itens como setas, pisca-alerta, buzina, seleção de marchas (P, R, N, D) e chamadas de emergência devem ser acionados por botões físicos com dimensões mínimas de 10 mm. 

A proposta vai na contramão do design minimalista que se tornou marca registrada de montadoras como a Tesla e, claro, de várias diversas fabricantes chinesas de veículos elétricos

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Segurança acima da estética futurista

A iniciativa não é um movimento isolado, mas parte de um "pente-fino" regulatório nas inovações estéticas que comprometem a segurança. Recentemente, a China também baniu o uso de maçanetas retráteis — estes itens tiveram falhas tão críticas em acidentes que impediram tanto o resgate dos ocupantes quanto o escape destes do interior do veículo

Ainda, o país proibiu volantes do tipo "yoke", que não têm a parte superior, por considerá-los incompatíveis com padrões de segurança e sistemas de airbag.  

Além do hardware, o governo chinês está elevando o rigor para tecnologias de direção assistida de Níveis 3 e 4: agora, as montadoras devem provar que seus sistemas conseguem parar o veículo com segurança caso o software falhe ou o motorista não retome o controle após um alerta.  

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