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Como funciona a direção eletro-hidráulica dos carros?

Por| Editado por Jones Oliveira | 29 de Dezembro de 2023 às 13h30

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Tim Meyer/Unsplash/CC
Tim Meyer/Unsplash/CC

A direção eletro-hidráulica, também conhecida pela sigla EHPS (Eletric Hidraulic Power Steering), é considerada por algumas pessoas o “sistema do futuro” para os carros.

Afinal, como o próprio nome diz, ela une as principais características da direção hidráulica e da direção elétrica, com o objetivo de reduzir custos e proporcionar uma melhor experiência ao volante para os motoristas.

O sistema de direção eletro-hidráulica pode ser considerado um híbrido entre os dois já citados e carrega em sua composição tudo o que foi desenvolvido para tornar a missão de “girar o volante” mais confortável para o condutor do carro.

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Como é a direção eletro-hidráulica?

O sistema da direção eletro-hidráulica nos carros tem como “ponto revolucionário” o fato de o acionamento da bomba hidráulica ser realizado por meio de um motor elétrico de corrente contínua.

Essa é a principal diferença em relação aos carros equipados com direção hidráulica, nos quais o acionamento é realizado por meio da polia e da correia do motor do próprio veículo, aumentando o desgaste e o consumo de combustível.

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A diferença em relação à direção puramente elétrica é que a eletro-hidráulica também contém um circuito fechado preenchido com um fluído que precisa ser substituído periodicamente.

Como funciona a direção eletro-hidráulica?

O motor independente da direção eletro-hidráulica é montado no subframe (quadro de suspensão) do carro e tem toda a sua atuação controlada pelo módulo de comando chamado MC.

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Uma particularidade da direção eletro-hidráulica é que o sistema detecta, quando o carro anda em linha reta ou sem esterçamento do volante, para operar no modo de repouso e, assim, reduzir o consumo de energia.

Quando o volante é efetivamente acionado pelo motorista, o MC registra o esterçamento e manda de forma imediata uma mensagem para o motor elétrico, que sobe as rotações de 2.333 para 3.300 por minuto.

Esse aumento de quase 1.000 rotações por minuto é justamente o que gera a pressão e o fluxo hidráulico necessários para que o movimento seja feito da forma mais confortável possível.