Visa lança pulseira de pagamento por aproximação em Fernando de Noronha

Por Thaís Augusto | 27 de Fevereiro de 2019 às 13h14
Divulgação / Visa
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A Visa anunciou nesta terça-feira (25) o lançamento da pulseira de pagamento por aproximação NADA. A tecnologia foi desenvolvida especialmente para os moradoras e turistas de Fernando de Noronha.

O wearable poderá ser encontrado em 100 estabelecimentos comerciais da ilha a partir do dia 1º de março. O preço do dispositivo é de R$ 20. Será possível transferir dinheiro para o gadget a partir do aplicativo NADA Noronha, disponível para Android e iOS. Se preferir, o consumidor poderá abastecer sua conta nos pontos de recarga espalhados por Fernando de Noronha.

O valor mínimo de recarga também é de R$ 20. No aeroporto de Fernando de Noronha, será aberta uma loja para a venda de pulseiras e compra de créditos.

Na hora de pagar as compras, basta informar ao atendente a forma de pagamento e aproximar o dispositivo da maquininha. A pulseira é de silicone e a prova d'àgua – assim, o consumidor nem precisa retirá-la durante os passeios.

Segundo a Visa, mais de 100 estabelecimentos aceitarão o meio de pagamento, entre restaurantes, pousadas, bares, lojas e mercados. Os clientes ainda poderão resgatar valores transferidos para a pulseira — o recurso é útil para turistas, que conseguem pegar de volta o dinheiro que sobrou da viagem.

"Fernando de Noronha caminha para se tornar a primeira Ilha sem dinheiro em papel do Brasil", afirmou o vice-presidente de Desenvolvimento de negócios da Visa, Tiago Moherdaui.

Todos os dados na pulseira são escaneáveis. A Visa diz que a medida garante maior liberdade aos turistas e moradores porque no mesmo dispositivo poderão ser registrados o nome do portador, tipo sanguíneo, pousada em que está hospedado, contato de um acompanhante e demais dados em caso de emergência.

A NADA foi criada em parceria com a netPDV, empresa que cuida da gestão de sistemas cashless 3 aqueles que possibilitam o pagamento sem dinheiro vivo. "Inúmeras vezes testemunhamos situações de pessoas que perdem ou molham dinheiro em papel ou têm seus passeios atrapalhados à procura de um caixa eletrônico”, contou Bruno Lindoso, CEO da netPDV.

A Visa e a netPDV também trabalharam com o apoio das empresas GetNet e da BPP, responsáveis por construir um sistema que funcionasse em toda a Ilha sem depender de conexão de internet e de sinal 3G. "Por seu isolamento, o arquipélago tem problemas de infraestrutura como a falta de sinal de internet, que causa dificuldades para quem tenta efetuar pagamentos nos estabelecimentos locais", disse Lindoso.

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