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O que é GLONASS?

Por| Editado por Douglas Ciriaco | 25 de Janeiro de 2024 às 17h45

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Pixabay/Pexels
Pixabay/Pexels

Abreviação para Sistema Global de Navegação por Satélite, GLONASS é o sistema de navegação baseado em satélites russos que fornece dados de posição e velocidade de objetos em qualquer ponto da Terra.

Além do GLONASS, outros sistemas que realizam esse tipo de operação são o GPS norte-americano, o Galileo europeu e o Compass (BeiDou) chinês.

Para que serve o GLONASS

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O GLONASS tem uma variedade de aplicações em diferentes setores, incluindo transporte, agricultura de precisão, cartografia e monitoramento ambiental.

Ele é utilizado em atividades que dependem de informações precisas sobre o posicionamento no globo terrestre — seja para definição de rotas, controle de tráfego aéreo e marítimo, mapeamento e topografia de áreas geográficas, entre outras atividades.

Nessas aplicações, o objetivo principal do sistema é determinar a localização precisa de objetos móveis ou estáticos por meio de um mecanismo de medição e comparação da distância entre o objeto e coordenadas conhecidas.

Para obter esses dados, os satélites do GLONASS emitem sinais que são captados por receptores em aparelhos como celulares ou sistemas de navegação de carros. Ao receber sinais de pelo menos quatro satélites, os aparelhos podem calcular sua posição com base na diferença de tempo que leva para os sinais chegarem.

História do GLONASS

O GLONASS começou a ser desenvolvido pela extinta União Soviética a partir de 1976 para atender objetivos militares. O primeiro satélite foi lançado em 1982 e deu início a uma série de testes que culminaram com a operacionalidade parcial do sistema — ainda sem cobertura global — em 1993.

No entanto, a crise econômica após o fim da União Soviética resultou em um período de redução nos investimentos e estagnação do GLONASS. Foi somente na década de 2000 que o governo russo, sob a presidência de Vladimir Putin, voltou a priorizar o sistema com o financiamento de uma nova geração de satélites, chamada de GLONASS-M.

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O resultado desses investimentos permitiu a cobertura global pelo sistema com uma constelação de 24 satélites a partir de outubro de 2011. O ano foi marcado também pelo lançamento da terceira geração de satélites — GLONASS-K — com maior capacidade operacional.

Desde 2017 o governo russo desenvolve a geração seguinte de equipamentos, o GLONASS-K2, para oferecer maior eficiência, precisão de dados e compatibilidade com os sinais de outros sistemas de navegação por satélite.