Publicidade

Tecnologia brasileira de prova de vida recebe atestado internacional

Por  • Editado por  Claudio Yuge  | 

Compartilhe:
Reprodução/Freepik
Reprodução/Freepik

A Combate à Fraude é a primeira empresa brasileira com tecnologia própria de prova de vida em conformidade com o padrão ISO/IEC 30107-3, que atesta a qualidade da biometria de reconhecimento facial. A certificação foi reconhecida em janeiro pela empresa de Venâncio Aires (RS).

A solução de prova de vida da IDtech focada em tecnologias antifraude passou por simulações de fraudadores tentando invadir contas alheias usando fotos e vídeos falsos. Nenhuma dessas tentativas de burlar a biometria foram aprovadas pelo sistema da empresa.

O sistema de prova de vida da Combate à Fraude é usada por varejistas, bancos, fintechs e empresas de serviços para garantir a veracidade na identificação de clientes ou de funcionários em processo de onboarding, isto é, de inclusão de novas pessoas ao quadro profissional. Alguns dos clientes listados pela empresa são Magalu, iFood, Sky e Cora, entre outros.

Canaltech
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia
Continua após a publicidade

A conformidade da solução com o padrão ISO/IEC 30107-3 reduz as chances de fraudes de golpistas que tentam se passar por outras pessoas usando fotos de terceiros, documentos forjados, além de imagens e vídeos de outros sendo mostrados de um celular. Segundo um levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o prejuízo de fraudes financeiras chegou a R$ 2,7 bilhões, incluídos os gastos na reparação do problema.

Rafael Viana, chefe de tecnologia da Combate à Fraude, diz que a prova de vida ajuda as empresas não só na segurança, mas também a evitar prejuízo financeiro. “É possível evitar que fraudadores abram, por exemplo, uma conta ou peguem empréstimos em um banco digital ou fintech”, diz o executivo. Em 2021, a empresa realizou mais de 9 milhões de análises e conseguiu evitar 80 mil potenciais fraudes, evitando prejuízo de R$ 500 milhões.