iPhones antigos estão valendo mais; Apple aumenta valor pago na hora da troca
Por Bruno Bertonzin |

A Apple revisou os valores do seu programa de troca de aparelhos nos Estados Unidos. A medida beneficia clientes com interesse em adquirir dispositivos recentes da marca, pois a empresa agora paga um pouco mais por equipamentos antigos dados como parte do pagamento.
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O iPhone 16 padrão lidera as altas na tabela de smartphones da fabricante com um acréscimo de US$ 25 em sua avaliação oficial. As demais opções da mesma geração, como as variantes Pro e Plus, registraram uma valorização de US$ 10.
A empresa também aplicou reajustes positivos em toda a sua linha de tablets. O iPad Pro obteve um salto de US$ 20 na avaliação do programa de trocas. Os modelos iPad Air, iPad mini e a versão tradicional do dispositivo ganharam um incremento de US$ 15 cada na hora da negociação.
O cenário para os relógios inteligentes e computadores da marca é misto. O Apple Watch Ultra 2 e o Series 9 tiveram um aumento de US$ 10, mas a primeira geração do Ultra sofreu um corte de US$ 10.
A companhia reduziu de forma geral os valores pagos por smartphones Android na mesma plataforma. As mudanças afetam apenas o mercado estadunidense até o momento. As políticas de retoma da empresa operam de forma independente de acordo com o país e não há previsão de reajustes para o público brasileiro.
Esses são os valores de desconto que a Apple oferece por cada produto na troca por um novo nos Estados Unidos:
- iPhone 16 Pro Max: US$ 695 (+US$ 10)
- iPhone 16 Pro: US$ 560 (+US$ 10)
- iPhone 16 Plus: US$ 465 (+US$ 10)
- iPhone 16: US$ 460 (+US$ 25)
- iPad Pro: US$ 690 (+US$ 20)
- iPad Air: US$ 460 (+US$ 15)
- iPad: US$ 235 (+US$ 15)
- iPad mini: US$ 265 (+US$ 15)
- Apple Watch Ultra 2: US$ 305 (+US$ 10)
- Apple Watch Series 9: US$ 130 (+US$ 10)
- Apple Watch Ultra: US$ 205 (-US$ 10)
O preço cobrado pela Maçã em nosso país sempre chamou muita atenção pelo valor mais alto em relação aos mesmos modelos vendidos nos Estados Unidos. E o Canaltech já foi atrás de explicações para entender quanto a Apple lucra com o celular vendido no Brasil.
Fonte: SmartPrix