Foxconn proibe estagiários de trabalharem em excesso na fábrica do iPhone X

Por Redação | 23 de Novembro de 2017 às 10h58
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A Foxconn anunciou nesta quinta-feira (23) que não vai mais permitir que estagiários trabalhem de forma ilegal. A decisão aconteceu após uma denúncia, publicada pelo Financial Times Report, de que ao menos seis estudantes estavam trabalhando 11 horas por dia na linha de montagem do iPhone X, na província de Henan.

A prática era contra as regras aplicadas na China, criadas para evitar que adolescentes trabalhassem por mais de 40 horas semanais. Cerca de 3 mil estudantes relataram serem contratados para o serviço na fábrica de Zhengzhou.

Segundo a Apple, os estudantes de ensino fundamental e médio trabalharam de forma voluntária, mas a Foxconn não deveria permitir que eles continuassem o serviço depois de seus horários. Tanto a Apple quanto a Foxconn afirmaram que os estagiários foram bem recompensados e receberam alguns benefícios.

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Em nota, Cupertino disse que está dedicada em tratar os funcionários com a dignidade e respeito merecidos. "Nós sabemos que nosso trabalho nunca acaba e vamos continuar a fazer o que for possível para causar um impacto positivo e proteger trabalhadores em nossa gestão de suprimentos", diz.

A companhia ainda revelou que os estagiários representam apenas uma minúscula porcentagem da força de trabalho da China.

Nos últimos anos, a Apple e suas fabricantes vêm enfrentando inúmeras acusações de que seus funcionários não estão protegidos dentro de suas instalações, além de trabalhar por um número excessivo de horas.

Fonte: BBC

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