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Exclusivo: brasileiro destrói "celular indestrutível" sem querer; veja fotos

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Andrey Felix/Canaltech
Andrey Felix/Canaltech

Um celular “indestrutível”, do tipo também conhecido como "rugged phone", ficou completamente destruído após um acidente envolvendo o brasileiro Andrey Felix. O aparelho, um Doogee S96 Pro, caiu do bolso enquanto ele pilotava uma moto pela Avenida Francisco Monteiro, em Ribeirão Pires (SP), e acabou sendo atingido por diversos veículos.

Em entrevista ao Canaltech, Andrey — que trabalha com suporte técnico em uma provedora de internet local — explicou que o celular escapou de um bolso mais largo da blusa durante o trajeto.

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“Eu coloquei no bolso da blusa, mas ele é muito aberto. Qualquer coisa que você coloca ali, se estiver na moto, acaba caindo”, contou.

O curioso é que o mesmo aparelho já havia sobrevivido a quedas anteriores, incluindo um incidente semelhante em que caiu em uma rua íngreme e foi recuperado intacto. Desta vez, no entanto, o cenário foi bem diferente. Segundo o relato, o smartphone ficou cerca de 15 minutos no meio da via, exatamente na faixa onde passam as rodas dos carros.

“Ele estava com a tela virada para baixo, bem no meio da pista. Acho que passaram muitos carro por cima nesse tempo”, disse.

O dispositivo só foi recuperado graças a outro motociclista que encontrou o aparelho e conseguiu entrar em contato com Andrey. “Ele falou que não conseguia mexer porque a tela estava extremamente trincada”, relembra.

Apesar da destruição externa, o caso chama atenção por um detalhe técnico: o celular continuou funcionando parcialmente. Mesmo com a tela inutilizada e possíveis danos em câmeras, Andrey conseguiu acessar os dados internos com ajuda de periféricos.

“Consegui desbloquear, usar com mouse e teclado, acessar tudo. Peguei fotos, arquivos, senhas… a placa-mãe continuou funcionando”, explicou.   

Sobreviveu a mais de uma queda grave

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O Doogee S96 Pro estava com o usuário há cerca de três anos e já havia passado por desgaste natural, incluindo troca de bateria recente. Ainda assim, o episódio levanta um ponto interessante sobre os limites reais da proposta desses aparelhos “indestrutíveis”.

“Ele caiu muito ao longo dos anos, mas nunca tinha acontecido algo assim. Um celular comum não teria sobrevivido nem metade disso”, afirmou.

Mesmo com a experiência positiva em termos de durabilidade, Andrey afirma que não pretende continuar usando esse tipo de dispositivo como principal. A ideia agora é migrar para um modelo tradicional. “Eu vou voltar para um celular comum. Esses rugged são bons, são resistentes, mas é mais uma questão de preferência mesmo”, disse.

O aparelho danificado ainda deve ser consertado e reutilizado como secundário. Segundo ele, a tela já foi comprada, faltando apenas levar para manutenção.