Variante delta pode ser 40% mais contagiosa, diz ministro da Saúde britânico

Variante delta pode ser 40% mais contagiosa, diz ministro da Saúde britânico

Por Fidel Forato | Editado por Luciana Zaramela | 07 de Junho de 2021 às 14h10
twenty20photos/envato

A variante delta (B.1.671.2) do coronavírus SARS-CoV-2, identificada pela primeira vez na Índia, já é predominante no Reino Unido. No domingo (6), o ministro britânico da Saúde, Matt Hancock, afirmou que esta variante é 40% mais contagiosa, a partir das análises das autoridades de saúde locais sobre a disseminação do vírus da COVID-19.

De acordo com as autoridades de saúde do Reino Unido, a variante delta predomina entre as novas infecções registradas no território britânico. Diante desse cenário, na quinta-feira (3), a agência governamental de Saúde Pública da Inglaterra (PHE) informou que a crescente disseminação da variante B.1.671.2 no país pode aumentar o risco de novas hospitalizações. Isso quando se compara os efeitos da delta com outra variante em circulação no país, a alpha (B.1.1.7 e identificada pela primeira vez no Reino Unido).

Vacinação completa contra a COVID-19 pode proteger contra a variante delta, diz autoridades britânicas (Imagem: Reprodução/Ali Raza/Pixabay)

Importância da segunda dose contra a variante delta

No entanto, as autoridades locais garantem que a vacinação completa contra a COVID-19 (com as duas doses) fornece proteção necessária contra a variante delta do coronavírus. "É importante que as pessoas recebam ambas as doses da vacina contra a COVID-19, porque dados nos mostram que ela pode proteger efetivamente contra a variante delta", disse Hancock.

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Além disso, o ministro britânico explicou que a campanha nacional de vacinação conseguiu enfraquecer as cadeias de transmissão do coronavírus, mas "elas não foram rompidas" e que ainda há casos da COVID-19 que demandam hospitalização no país.

No momento, o Reino Unido autoriza o uso dos seguintes imunizantes contra o coronavírus: Covishield (Oxford/AstraZeneca); Moderna; Janssen (Johnson & Johnson); e Pfizer/BioNTech.

Fonte: G1  

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