Novo estudo da Microsoft sobre o coronavírus paga até US$ 250 a participantes

Por Nathan Vieira | 14 de Maio de 2020 às 20h30
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A Microsoft se uniu a uma empresa de biotecnologia chamada Adaptive para dar início a um novo estudo que tem como objetivo ajudar a descobrir por que o coronavírus afeta as pessoas de maneiras tão diferentes, visto que alguns infectados sequer apresentam sintomas. Sendo assim, a ideia é basicamente entender melhor a como é que funcionam essas respostas ao vírus. As duas empresas estão recrutando mil pessoas (que morem nos EUA e tenham sido expostas, infectadas ou, até mesmo, tenham se recuperado da doença) para participar desse estudo.

Os pesquisadores estão focando especificamente nas respostas das células T (responsáveis pela defesa do organismo contra agentes desconhecidos). O estudo já registrou mais de 100 pessoas nos três grupos elegíveis de pessoas expostas, infectadas e recuperadas, e as inscrições — que podem ser feitas virtualmente mesmo — seguem abertas.

Para se qualificar para o grupo exposto, você precisa morar com alguém com um caso confirmado de COVID-19 ou ser um profissional de saúde que trata pacientes doentes com equipamento de proteção. Os pacientes infectados com COVID-19 precisam ter um diagnóstico positivo.

Participantes recebem até US$ 250

Participantes do estudo doam sangue e podem ganhar até US$ 250 (Foto: site oficial da Adaptive

Depois de selecionar o participante, os pesquisadores solicitarão que um profissional vá até você para coletar amostras de sangue. O técnico usará equipamento de proteção e também vai coletar material da garganta e do nariz. O estudo está oferecendo US$ 50 (R$ 290) para quem concluir o estudo inicial. Os pesquisadores também estão dando aos participantes a opção de participar de até quatro coletas de sangue adicionais durante um período de dois meses. Os participantes que completarem todos os cinco sorteios de sangue poderão ganhar US$ 250 (R$ 1.452).

A pesquisa pode ajudar a decodificar alguns dos mistérios sobre o coronavírus. A Microsoft e a Adaptive se comprometeram a disponibilizar os dados e as descobertas, e a expectativa é que os resultados iniciais cheguem a partir de junho.

Fonte: Business Insider via Futurism

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