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Existem pelo menos 16 tipos de sono, segundo estudo

Por| Editado por Luciana Zaramela | 05 de Abril de 2022 às 09h40

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Andrea Piacquadio/Pexels
Andrea Piacquadio/Pexels

Existem pelo menos 16 tipos de sono, segundo um estudo publicado na revista científica PNAS no último dia 18. A equipe responsável analisou os dados de 100 mil usuários de smartwatches em busca de respostas acerca das possíveis dificuldades que muitas pessoas vivenciam na hora de dormir.

Os dados, colhidos do Biobank (Reino Unido), dizem respeito a movimentos de braço e contrações que os participantes tiveram no decorrer de vários dias. Esses gestos indicam, necessariamente, se a pessoa em questão estava acordada ou adormecida. Assim, o resultado do estudo remete a uma notável diversidade nos padrões de ciclo do sono.

A equipe dividiu o sono em cinco grandes categorias (identificadas no estudo em questão como 1, 2, 3, etc), mas algumas delas, por sua vez, carregam subcategorias (identificadas como 1a, 1b, 1c, etc). A ideia é que os agrupamentos identificados na pesquisa atual sejam analisados mais de perto em futuros estudos.

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Os 16 tipos de sono

  1. Insônia, sono com longa duração e hábito de acordar durante a noite
  2. Sono em horários irregulares, como resultado dos turnos de trabalho
  3. Sono fragmentado, com curta duração
  4. Insônia, sono com duração ''normal''
  5. Insônia, sono com curta duração
  6. Sono profundo, mas a pessoa não consegue dormir facilmente
  7. Sonecas de curta duração
  8. Sono excessivamente longo
  9. Sono apenas durante o dia
  10. Sono apenas durante a noite
  11. Dificuldade de manter o sono
  12. Sono fragmentado em geral
  13. Sono completo
  14. Hábito de acordar e adormecem repetidamente e com frequência
  15. Ciclo de sono e vigília fora de sincronia com horário biológico (férias, por exemplo)
  16. Sono duradouro (noite toda), sem sonecas durante o dia

A ideia dos autores é que futuramente esse método de agrupamento sistemático seja vinculado a outras informações pessoais (como histórico médico e hábitos de vida) para ajudar em determinados diagnósticos.

Fonte: PNAS