Coronavírus | São Paulo registra 365 mortes em 24 horas

Coronavírus | São Paulo registra 365 mortes em 24 horas

Por Nathan Vieira | 16 de Junho de 2020 às 16h35

De segunda-feira (15) para esta terça (16), o estado de São Paulo alcançou 365 mortes por COVID-19, o que levou a um novo recorde em um período de 24 horas. O recorde anterior foi do último dia 10: 340 mortes em 24 horas. Com isso, São Paulo contabiliza 11.132 mortes e 190.285 casos. Já o Brasil tem 44.657 mortes por coronavírus confirmadas.

O coordenador do Centro de Contingência COVID-19, Carlos Carvalho, declarou que a Grande São Paulo está perto de uma estabilização: "Se já atingimos o máximo na Grande São Paulo, aparentemente, se olharmos os números do começo e metade de maio para cá, os indicativos são de que estamos chegando na estabilização".

"No interior, algumas cidades estão em fase ascendente. A média do estado, como grande parte da população está na região metropolitana, provavelmente estamos chegando na estabilização. Isso possibilitou que medidas se iniciassem no sentido de um certo retorno à normalidade. Se iniciaram as discussões para sair de um isolamento total para um futuro, espero, que o mais normal possível", completou.

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São Paulo registra 365 mortes em 24 horas por coronavírus e o estado tem uma ocupação de 70,6% nos leitos 

O governo de São Paulo também apontou que o estado tem uma ocupação de 70,6% nos leitos de UTIs. Por sua vez, na Grande São Paulo o número é de 77,1%. O que acontece é que, ao todo, 5.339 pessoas estão internadas em UTIs. E 8.396 pacientes estão em enfermarias em todo o estado.

Enquanto isso, um estudo do site Medida SP fez uma relação entre as mortes por COVID-19 com a idade e a renda mensal média por domicílio nas regiões da Grande São Paulo, com dados de 3.959 pessoas que morreram na Grande São Paulo até 18 de maio, e concluiu que quase 66% das vítimas viviam em bairros com salários médios abaixo de R$ 3 mil e 21% em locais com renda de até R$ 6.500. Nas regiões com renda superior a R$ 19 mil, foi registrado pouco mais de 1% das mortes.

Fonte: Estadão, G1

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