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Constantine revela passado de herói da DC que muda o futuro de Sandman

Por| 19 de Abril de 2024 às 19h00

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DC Comics
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Os Perpétuos “estavam aqui antes da criação e estarão por aqui depois do fim”. Essa definição acompanha as histórias de Sandman desde a primeira edição, e, até esta semana, Sonho e seus irmãos, assim como o Sonhar, o reino de Morpheus, eram tidos como os mais antigos do Universo DC. Bem, isso pode mudar depois da revelação feita na revista de John Constantine.

Atenção para spoilers de John Constantine, Hellblazer: Dead in America #4!

Para quem está por fora, os Perpétuos são entidades responsáveis por reinos que envolvem emoções, experiências, vontades e estados de espírito dos seres vivos do Universo DC: Sonho, Morte, Destino, Desejo, Destruição, Delírio e Desespero. Cada um governa um reino, e lar onírico de Morpheus e seu sucessor, Daniel, é o Sonhar.

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Pois bem, todos acreditavam que os Perpétuos e seus reinos fossem os elementos mais antigos do Universo DC, contudo, em John Constantine, Hellblazer: Dead in America #4, lançado recentemente, Constantine mais uma vez recorre à ajuda de uma personagem bastante presente em suas jornadas: o Monstro do Pântano.

Assim como Morpheus representa o Sonho, o Monstro do Pântano é o avatar do Verde, ou seja, é o elo que conecta toda a vida vegetal do Universo DC. E, durante um bate-papo usualmente maluco entre Constantine e o Monstro do Pântano, o bruxo de rua revela que o Sonho e o Verde são praticamente iguais, mas que o segundo é muito mais antigo. 

Assim como o Sonhar, o Verde é um conceito abstrato que se materializa em forma física no Universo DC. O Verde é capaz de criar avatares, conhecidos como Monstros do Pântano, que, no final de suas vidas, vão para o Parlamento das Árvores — uma espécie de morada do Verde e a linhagem mais sábia e antiga.

Além de revelar que o Verde é anterior ao Sonho, Constantine afirma que os dois eram parecidos, pois ambos podem ser definidos como “ecos da vida”. Como os reinos são personificações de ideias comuns em quase todos os planetas, isso faz sentido, já que o Sonho altera sua forma com base nas percepções daqueles que estão nele, assim como a forma de seu governante. O mesmo pode ser dito sobre o Verde.

E embora o Sonho e o Verde sejam semelhantes, Constantine deixa claro que o segundo é anterior ao primeiro. Desde já, essa revelação abre possibilidades de novas histórias sobre o passado das duas entidades, assim como diferentes interações.