Publicidade

"ChatGPT de bolso" deve ser lançado apenas em 2027; entenda

Por  | 

Compartilhe:
Unsplash/Levart
Unsplash/Levart

O primeiro produto físico da OpenAI, desenvolvido em colaboração com o designer Jony Ive, ex-Apple, sofreu um adiamento em seu cronograma de lançamento. Agora, o “ChatGPT de bolso” deve ser oficializado apenas em 2027. 

A informação foi obtida por meio de novos documentos judiciais, que preveem o envio aos consumidores apenas no próximo ano. Para referência, a meta original da empresa era realizar o lançamento no segundo semestre de 2026.

Canaltech
O Canaltech está no WhatsApp!Entre no canal e acompanhe notícias e dicas de tecnologia
Continua após a publicidade

Agora, o envio aos clientes não ocorrerá antes do final de fevereiro ou março de 2027, dependendo da interpretação dos documentos. 

A defesa é referente a uma acusação de violação de direitos autorais em relação ao nome do dispositivo, que deveria ser "io".

O processo foi registrado pela startup de áudio iyO, em uma disputa iniciada após a OpenAI adquirir a io, fundada por Jony Ive.

A compra foi concretizada em maio de 2025, em uma operação de US$ 6,5 bilhões, ou R$ 34 bilhões em conversão direta — é a maior aquisição da história da empresa até o momento.

Depois do início do processo, a OpenAI decidiu oficialmente não utilizar o nome "io" ou "IYO" para o dispositivo ou em qualquer campanha de marketing. Além disso, a empresa apontou que ainda não criou embalagens ou materiais de publicidade para o produto.

“ChatGPT de bolso” promete ser produto complementar

Já descrito anteriormente como um "terceiro dispositivo", destinado a complementar o uso do smartphone e do laptop, o aparelho da OpenAI poderá ser carregado no bolso ou mantido na mesa de trabalho.

Continua após a publicidade

É esperado que o produto não tenha tela, e ele deve ser focado em interação por inteligência artificial e consciência contextual do ambiente. 

Além disso, documentos já esclareceram que o protótipo não é um dispositivo intra-auricular e nem um vestível.

Anteriormente, o CEO Sam Altman teria descrito o protótipo como "a peça de tecnologia mais legal que o mundo já viu" após testá-lo em sua residência. No entanto, o executivo não deu mais detalhes sobre o dispositivo.

Leia mais no Canaltech:

Continua após a publicidade