Criptohub: conheça a startup brasileira que vai lançar nova moeda virtual

Publieditorial | 05 de Julho de 2018 às 09h40
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Em 2017, startups levantaram US$ 5,6 bilhões em ICOs (Initial Coin Offering ou Oferta Inicial de Moeda), segundo dados da empresa de venture capital Fabric Ventures e da TokenData. Atenta a esse cenário, a startup brasileira Criptohub abriu seu ICO e passou a vender seus tokens - representações digitais de um ativo - de uma nova moeda virtual, chamada de Criptohub Coin (CHBR).

A ICO é um modelo descentralizado de arrecadação de fundos para projetos que envolvem criptoativos. Trata-se de uma espécie de crowdfunding voltado para negócios baseados em criptomoedas. A empresa angaria investimento sem precisar de um grande intermediário.

No caso da Criptohub, a CHBR será criada por meio da tecnologia de outra moeda, a Ethereum (ERC20), e cada token está sendo vendido por 0,0005 Ethereum, o que equivale a cerca de US$ 0,20. A empresa quer oferecer até 55 milhões de tokens ao mercado na sua oferta inicial e, logo após, vai lançar uma casa de câmbio (exchange) com um sistema de atendimento diferenciado.

De acordo com a startup, além da moeda virtual própria e das já conhecidas, como Ethereum e Bitcoin, a exchange permitirá o câmbio de mais 17 criptomoedas, e os usuários que tiverem a CHBR na carteira terão descontos progressivos nas operações que podem chegar até 90%. O objetivo da Criptohub é que as transações na plataforma demorem, no máximo, 48 horas para serem concluídas.

Outro diferencial é a segurança, com verificação humanizada, em que especialistas analisam possíveis fraudes, falsificações e antecedentes criminais, e o sistema Cold Wallet, que transfere os cryptofunds para armazenamento off-line de múltiplas assinaturas evitando que os fundos sejam roubados em caso de ataque. Também há um programa inédito de indicação em que o usuário recebe 20% de comissões sobre as taxas da pessoa indicada, e um cartão de crédito pré-pago a todos os usuários ativos na plataforma.

Segundo o CEO Ramon Vailatti, o Brasil gira mais de 5 mil Bitcoins por dia em Exchanges e em negociações OTC (fora do mercado regulamentado). Uma exchange com mais criptomoedas, melhores serviços e atendimento poderá facilmente pegar um market share considerável. A meta da empresa é conquistar 40% do mercado e ter mais de 1,5 milhão de usuários após um ano de operação.

Para quem ficou interessado em participar da ICO, clique aqui. No momento, a startup está oferecendo 15% de bônus a todos que colaborarem.

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