Intel transforma San Jose, na Califórnia, em uma SmartCity

Por Redação | 15 de Junho de 2014 às 12h05

No ano passado, a Casa Branca lançou o desafio SmartAmerica com a intenção de mostrar que a "Internet das Coisas" tem o poder de beneficiar a sociedade norte-americana, não somente por meio da criação de novos postos de trabalho, ou como mídia informativa para as pessoas, mas também para desenvolver novas oportunidades de negócio.

A Intel foi uma das empresas que levaram o projeto a sério e aproximou-se do desafio criando a primeira SmartCity da América. San Jose, na Califórnia, está utilizando agora a Internet das Coisas para monitorar estatísticas vitais sobre o transporte, tráfego e qualidade do ar.

A Intel Smart City é a primeira iniciativa do tipo nos Estados Unidos. Para que o projeto funcione corretamente, a Intel instalou sensores em toda a cidade de San Jose. Estes sensores medem também a poluição atmosférica e da água, além do ruído, fluxo de tráfego, o uso de energia, comunicação e frequência e disponibilidade do transporte público. Essas informações certamente auxiliam na usabilidade de maneira correta dos recursos disponíveis para os habitantes.

Os dados são compartilhados com funcionários do governo da cidade por meio de aplicativos móveis para melhorar o monitoramento da cidade. A ideia é ajudar as cidades a usar melhor os seus recursos e a sua infra-estrutura. Além disso, também tem a intenção de trazer benefícios socioeconômicos, incluindo 25.000 novos postos de trabalho relacionados com a tecnologia.

Como a Internet das Coisas reside na nuvem, a segurança é de extrema importância para a Intel. Por isso, a empresa está utilizando tecnologia para fortalecer seus servidores e gateways, além de se certificar que os dados e as informações não caiam em mãos erradas. À medida que esse projeto for ganhando novas cidades, a segurança será ainda mais fundamental para garantir que toda a tecnologia seja utilizada para o bem-estar da sociedade.

O programa lançado pelo governo norte-americano não se trata apenas de tornar as cidades mais inteligentes. A SmartAmerica quer melhorar a energia, a segurança, a produção, o clima, a construção civil, a saúde e até mesmo o processo de recuperação de desastres. Com os avanços tecnológicos recentes, mecanismos assim já são uma realidade e podem beneficiar, em um futuro próximo, bilhões de pessoas.

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