Surpresa: Bill Gates e Steve Jobs não eram bons alunos na escola

Por Redação | 13 de Março de 2013 às 12h57

Quando pensamos em pessoas que montaram empresas e negócios de sucesso como Bill Gates e sua Microsoft, Steve Jobs e a Apple, e Richard Branson com a Virgin, costumamos acreditar que elas são excepcionais, verdadeiros gênios, certo?! No entanto, Gates, Jobs e Branson não eram bons alunos na escola, mas empregaram sua inteligência de forma eficaz e fora dos padrões curriculares para empreender.

O blog Estadão PME cita Howard Gardner, autor da teoria das Inteligências Múltiplas, que defende que cada pessoa tem uma inteligência aflorada e que a inteligência humana não pode ser medida apenas na relação racicíono lógico e matemático, algo que é usado em muitas escolas no mundo todo para determinar se um aluno é inteligente e capaz de aprender com rapidez. O estudioso defende que neste tipo de avaliação da inteligência o sujeito aprende como apertar o botão, ou até mesmo a decorar como se aperta o botão, mas isso pode ser útil apenas no período escolar e deixar de ter serventia em outras fases de sua vida.

No nosso dia a dia, somos forçados a desenvolver outras inteligências, que não apenas aquelas que enfatizam o raciocínio matemático e de linguagem, mas também aquelas que nos ajudam a nos locomover (espacial), a nos relacionar com outras pessoas (interpessoal) e a compreender o meio (linguística) entre outras.

Gardner afirma que os grandes empreendedores que nem sempre registraram as melhores notas na escola obtiveram sucesso em sua empreitada porque souberam ampliar suas capacidades como, por exemplo, entender contextos e cenários, confiar em seu projeto e sua capacidade e se comunicar com outras pessoas de forma clara, simples e eficaz.

Além disso, Howard Gardner acredita que uma fórmula concreta para o sucesso não existe, mas quem quer empreender e chegar a um negócio novo, ou encontrar a solução para algum problema da sua empresa, deve trabalhar algumas de suas inteligências - é o que ele chama de Cinco Mentes para o Futuro. Nessa teoria exige-se que o indivíduo trabalhe a sua mente disciplinada (que exige um certo esforço para sermos bons em algo); a mente sintetizadora (que reconhece o que é realmente importante); a mente criativa (que é capaz de criar coisas novas com base na disciplina e síntese); a mente respeitosa (que reconhece e respeita as diferenças entre os seres humanos); e a mente ética (que é capaz de tomar a atitude que é certa sempre, mesmo ferindo interesses pessoais).

Fique por dentro do mundo da tecnologia!

Inscreva-se em nossa newsletter e receba diariamente as notícias por e-mail.