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5 placas de vídeo NVIDIA famosas que envelheceram mal

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Placas da NVIDIA que envelheceram mal
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A cada nova geração de placas de vídeo, as antigas vão perdendo o brilho, mesmo as mais fortes. Lembra da lendária GeForce GTX 970? A GPU que rodava tudo "no talo" em 1080p há pouco mais de uma década não rende mais nada hoje. Até a GTX mais forte lançada, a GTX 1080 Ti, não passa de uma GPU de entrada hoje, mas consumindo mais energia. A idade chega para todos.

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A NVIDIA e sua série RTX, que estreou em 2019, já contam com algumas placas de vídeo que não envelheceram bem por algumas decisões de design. Vamos dar uma olhada nos cinco modelos que mais envelheceram mal até agora.

5. RTX 4060 Ti 8 GB

O maior pecado da RTX 4060 Ti de 8 GB não foi o desempenho bruto do chip Ada Lovelace, mas o custo-benefício prejudicado pelo gargalo do barramento de 128-bit aliado à quantidade de VRAM. Lançada por US$ 399 em uma época em que jogos em 1080p no ultra (Hogwarts Legacy, The Last of Us Part I, Alan Wake 2) já estouravam o limite de memória, a placa já sofria com stutterings pesados e texturas caindo de qualidade dinamicamente.

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A própria NVIDIA tentou amenizar lançando a versão de 16 GB meses depois, o que acabou servindo como um "atestado de culpa" de que 8 GB já nasceram com prazo de validade para uma GPU intermediária dessa categoria.

4. RTX 3050 6 GB

Esta placa é um exemplo clássico de "corte de custos que foi longe demais". Além de perder 2 GB de VRAM em relação à RTX 3050 original de 8 GB, a NVIDIA cortou a contagem de núcleos CUDA (de 2560 para 2304) e reduziu o barramento para 96-bit. O resultado foi uma placa com desempenho próximo (ou até inferior) ao de modelos antigos de entrada, que lutam para manter 60 FPS em 1080p nos jogos modernos. A dependência do DLSS para entregar taxa de quadros aceitável vira uma armadilha, pois o próprio upscaling consome VRAM adicional.

3. RTX 3080 10 GB

Em 2020, a RTX 3080 foi aclamada como um dos maiores saltos geracionais da história em poder computacional bruto. O problema é que o chip GA102 sobra em força, mas esbarra no limite dos 10 GB de VRAM. Hoje, em resoluções como 1440p ou 4K com Ray Tracing ativo, cenários nos quais a GPU tem capacidade, a placa sofre com o estouro de memória, resultando em quedas abruptas de desempenho (1% low terrível) e alocação na RAM do sistema.

É o caso clássico de uma GPU high-end que envelheceu rápido não por falta de silício, mas por economia na quantidade de memória.

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2. RTX 2080

Pioneira da arquitetura Turing, a RTX 2080 vendeu a ilusão de que o Ray Tracing em tempo real tinha chegado para ficar. Na prática, a primeira geração de RT Cores era fraca demais para sustentar a tecnologia sem dizimar a taxa de quadros, e o DLSS 1.0 entregava uma imagem extremamente borrada.

Para piorar, ela veio com 8 GB de VRAM, 3 GB a menos que a GTX 1080 Ti (que custava menos na época). Poucos anos após o lançamento, uma simples RTX 3060 de 12 GB passou a entregar uma experiência muito mais consistente e estável em jogos modernos do que a ex-topo de linha de US$ 699.

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1. RTX 5060 Ti 8 GB

O topo do pódio vai para a insistência no erro. Se na era da RTX 4060 Ti 8 GB ainda existia um debate sobre a transição de consumo de VRAM nos jogos atuais, o lançamento de uma GPU intermediária de última geração mantendo os 8 GB de VRAM é uma decisão indefensável. Essa placa até enfrentou dificuldades logo em seu lançamento por isso.

Com motores gráficos como a Unreal Engine 5 e o uso massivo de Ray Reconstruction exigindo buffers de memória gigantescos, os 8 GB não são mais um gargalo futuro, mas uma limitação do presente. É uma placa que nasce com data de validade vencida para quem busca jogar tranquilamente em 1440p sem congelamentos.

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 Se você percebeu bem, toda esta lista é pautada em um problema crônico da NVIDIA: a baixa quantidade de VRAM em qualquer segmento. A única exceção fica no topo de linha, com a série RTX xx90, onde o Time Verde investe mais memória de vídeo.