Apple diz adeus à Intel: macOS 27 exige chips M1 ou mais recentes
Por Raphael Giannotti • Editado por Jones Oliveira |

A Apple deu uma virada de chave considerável em 2020 ao lançar a sua primeira geração de chips da série M, equipando diversos de seus produtos. Essa tecnologia substituiu os processadores da Intel, que foi parceira de longa data da Maçã. Agora, com o anúncio do macOS 27 Golden Gate na WWDC 2026, a Apple encerrou silenciosamente o suporte aos PCs equipados com CPUs do Time Azul, tornando o novo sistema operacional exclusivo para dispositivos com a arquitetura Apple Silicon.
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Isso significa que nenhum modelo de Mac lançado antes de 2020, incluindo máquinas potentes como o Mac Pro e o iMac Pro com chips Intel, receberá o macOS 27. Embora os donos dessas máquinas antigas ainda possam utilizá-las com o macOS 26 (e versões anteriores) com atualizações básicas de segurança por algum tempo, eles não terão acesso aos novos recursos de desempenho e à integração com a Siri AI fornecidos pelo ecossistema focado em Arm da Apple.
Dispositivios que suportam o macOS 27
A lista oficial de dispositivos compatíveis com o macOS 27 Golden Gate inclui:
- MacBook Air (M1 ou posterior)
- MacBook Pro de 13, 14 e 16 polegadas (M1 ou posterior)
- MacBook Neo
- iMac (M1 ou posterior)
- Mac mini (M1 ou posterior)
- Mac Studio (2022 ou posterior)
O macOS 27 Golden Gate foi desenvolvido exclusivamente para a arquitetura Apple Silicon, exigindo chips da linha M1 ou posteriores, com a única exceção sendo o novo MacBook Neo que opera com o chip A18 Pro de arquitetura Arm. Essa transição completa permite que a equipe de engenharia da empresa abandone de vez a antiga arquitetura x86 e concentre todos os seus esforços em otimizações profundas de hardware e software para seus próprios componentes, garantindo saltos significativos em eficiência energética e estabilidade geral do sistema.