Biden assina ordem contra práticas anticompetitivas que afeta as Big Techs

Por Bruno Bertonzin | Editado por Renato Santino | 12 de Julho de 2021 às 08h00
The Verge

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou ordem executiva na sexta-feira (9) que visa acabar com as práticas anticompetitivas no mercado norte-americano. O documento tem como alvo, em especial, as grandes empresas de tecnologia, que se veem em meio a críticas relacionadas ao tema.

A Casa Branca comentou sobre o assunto e emitiu uma carta em que exalta o aumento no número de empregos gerados desde que Biden assumiu a presidência do país. Ainda de acordo com o documento, essa ordem visa “promover a competição na economia americana.” Confira, abaixo, um trecho da carta:

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“‎A economia está crescendo sob a liderança do presidente Biden. A economia ganhou mais de três milhões de empregos desde que o presidente assumiu o cargo — o maior número de empregos criados nos primeiros cinco meses de qualquer presidência na história moderna. Hoje, o presidente está se baseando nesse impulso econômico ao assinar uma Ordem Executiva para promover a concorrência na economia americana, que reduzirá os preços para as famílias, aumentará os salários dos trabalhadores e promoverá a inovação e o crescimento econômico ainda mais rápido.‎”

Em relação às empresas de tecnologia, essa ordem executiva deve agir em três pontos. Primeiro, deve impedir que grandes companhias adquiram possíveis concorrentes emergentes para evitar uma competição maior no futuro, como o caso do Facebook que adquiriu o Instagram e o WhatsApp, por exemplo.

Além disso, haverá mais regras sobre a vigilância e acumulo de dados dos usuários por parte de grandes plataformas, que utilizam essas informações para aumentar seu domínio sob empresas menores, que precisariam desses dados para atingir novos clientes.

Por fim, a ordem também prevê normas proibitivas contra métodos de concorrência desleal no mercado online, inclusive para evitar que “produtos imitadores de grandes empresas sejam exibidos com mais destaque em relação aos de pequenos negócios.”

Fonte: iMore

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