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"Por favor, seja fake": Sony teria aplicado licença de 30 dias a jogos digitais

Por  • Editado por Jones Oliveira | 

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Pexels/Pascal
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Não satisfeita com as polêmicas dos últimos meses, geradas pelo aumento de preços no PlayStation 5 e PS Portal, a Sony parece ter aplicado uma nova regra impopular aos jogos digitais de seu console. Alguns jogadores notaram uma “checagem de licença de 30 dias” nos games comprados virtualmente no PS5 e PS4.

Aparentemente, a medida revoga licenças para jogar os títulos adquiridos caso o jogador não faça login ou conecte seu console à internet dentro de 30 dias. Isso significa que não seria mais possível jogar até que o videogame fosse conectado à internet novamente.

Apesar do inconveniente, vale apontar que o jogo não seria perdido em definitivo.

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Licença de 30 dias entre o público

A nova medida da Sony só se aplicaria em jogos que foram comprados após a última atualização do sistema, feita em março deste ano, sem afetar compras anteriores. Muitos jogadores, após a notícia se espalhar, reagiram com um pouco de pânico, chamando a medida de “nova forma de gerenciamento de direitos digitais (DRM)”.

Entre as mensagens de usuários estão “por favor, seja fake”, “A Sony não tinha tirado sarro da Microsoft por tentar isso no Xbox?” e relatos de conversas com o suporte da PlayStation, que teria confirmado a medida. Lembrando que, em 2013, no Xbox One, a Microsoft havia lançado uma ferramenta de DRM que exigia a presença do usuário na internet a cada 24 horas, no mínimo, para que os jogos continuassem funcionando.

Apesar de rumores terem circulado onde é dito que a novidade seria um bug, o suporte da empresa reiterou aos usuários que a medida é, sim, intencional. A Sony não emitiu comunicados oficiais esclarecendo a situação, que não está pegando bem para a percepção pública da marca.

Vale lembrar que, na década passada, a forte reação adversa dos usuários à medida da DRM de 24h fez a Microsoft voltar atrás e remover a restrição: resta saber se a Sony terá a mesma presença de espírito e ouvirá os fãs. Polêmicas com jogos digitais são comuns: há algum tempo a Valve lembrou que os games comprados "não são seus".

Fonte: TechRadar