30 melhores jogos de Super Nintendo de todos os tempos
Por Diego Corumba | •

O Super Nintendo, também conhecido como SNES, foi um verdadeiro arrasa-quarteirão nos anos 1990. Mesmo disputando espaço com o Mega Drive, da SEGA, o console brilhou bastante e trouxe muita diversão para milhões de jogadores ao redor do planeta.
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Por todo o seu tempo de vida, vários jogos ajudaram a definir a geração 16-bit através dele — seja para estabelecer suas principais franquias ou para introduzir tecnologias que se tornariam referência por toda a indústria gaming dali em diante. Títulos vistos como icônicos por suas inovações e por terem deixado uma “marca” em cada um que os experimentaram.
Os clássicos que definiram o Super Nintendo
Para celebrá-los, apresentamos os melhores jogos que definiram o Super Nintendo e, consequentemente, criaram um padrão que todos os demais iam seguir nas gerações seguintes.
1. Super Mario World
Quando se fala de jogos do Super Nintendo obrigatórios, é impossível não falar sobre Super Mario World (1990), O título pegou todo o sucesso que o personagem representava no NES e nos anos 1980 e elevou o padrão para algo que até hoje segue lembrado com carinho pelos fãs.
O encanador obteve diversos power-ups inéditos, enfrentou ameaças maiores e teve ao seu lado a presença de Yoshi, o que marcou a aventura diretamente no coração do público. Ele ajudou a estabelecer o gênero 2D side-scroller entre os jogadores e é usado como referência até os dias de hoje.
2. The Legend of Zelda: A Link to the Past
Após duas entradas de sucesso, a Nintendo elevou os padrões com The Legend of Zelda: A Link to the Past (1991), que conecta o herói em duas realidades distintas para enfrentar e derrotar a ameaça que Ganon representa para Hyrule e para os valores da justiça.
Ele estabeleceu como os RPGs de ação se portariam no SNES, com design top-down e elementos estratégicos para trazer o que havia de melhor na plataforma. Mesmo com sucessos aclamados como Ocarina of Time e outros que vieram em sua sequência, dar uma chance ao capítulo não vai gerar arrependimentos.
3. Chrono Trigger
Considerado por muitos um dos melhores RPGs de todos os tempos, Chrono Trigger (1995) foi o resultado de uma diversidade de fatores que deram um resultado mais do que positivo. Um time de estrelas da Squaresoft, trama envolvente, tecnologia de ponta e gráficos estilizados, ele segue imbatível até os dias atuais.
Na trama, Chrono enfrenta uma série de situações que o joga em uma intensa viagem no tempo para proteger o planeta da ameaça de Lavos — que está prestes a reunir forças para devorar tudo o que existe. Ao lado de um time de personagens que se tornaram emblemáticos, a aventura virou uma das maiores referências dentro do gênero.
4. Donkey Kong Country
Quando a Rare trouxe Donkey Kong Country (1994) pela primeira vez, muitos ficaram maravilhados pelos seus gráficos 3D. Porém, como eles conseguiram fazer isso sem o auxílio do chip Super FX ou algo do tipo?
Na verdade, a aventura de DK convertia modelos 3D criados em PCs mais poderosos em sprites 2D — o que elevou o patamar dos detalhes visuais e conseguiu se aproximar bastante do realismo. Além de ser uma aventura marcante, seu pioneirismo nesta tecnologia representou um salto de qualidade que muitos jogadores se apaixonaram naquela época.
5. Super Metroid
Ainda que o gênero metroidvania já existisse, foi Super Metroid (1994) que trouxe os principais pilares do gênero ao Super Nintendo. Ele introduziu todo o ambiente interconectado, que podia ser explorada de forma mais ampla conforme Samus Aran adquia novas habilidades.
Outro detalhe importante é notar uma forma de contar a história através do próprio ambiente, da trilha sonora e ruídos que a heroína encontra em sua jornada. Mesmo que vários jogos sigam um padrão similar, toda a imersão da trama conseguir ser contada deste modo surpreendeu e impactou bastante os fãs.
6. Star Fox
Fox McCloud e seus amigos foram os carros-chefe da tecnologia Super FX do Super Nintendo, com Star Fox (1993) conseguindo trazer gráficos 3D através do co-processador que existia dentro do seu cartucho. Foi através dele que o público acreditou que visuais realistas estavam cada vez mais próximos.
Os combates espaciais eram totalmente tridimensionais, o que deixou muitos jogadores alucinados na época e gerou uma grande comoção entre os fãs — já que isso o Mega Drive não conseguiria replicar também, ao menos não na geração em que eles disputaram o mercado.
7. Street Fighter II: The World Warrior
Há muito tempo, em uma realidade distante, jogos beat ‘em up e de luta só tinham um lar: os fliperamas. Ainda que um ou outro tenha alcançado os consoles de mesa, nenhum tinha feito sucesso neste formato. Até vermos o lançamento de Street Fighter II: The World Warrior (1992) no Super Nintendo.
A estreia de Ryu, Ken, Sagat, Chun-Li, Guile, Blanka e vários outros icônicos personagens foi um verdadeiro fenômeno no console da Big N, servindo como um showcase de que o gênero poderia funcionar nos videogames domésticos também. Com a complexidade de comandos traduzida muito bem ao controle, muitos passaram a aproveitar o jogo desta forma ao invés de comprarem mais fichas.
8. Super Mario Kart
Super Mario Kart (1992) significou muito para a história do Super Nintendo, não apenas por inaugurar o gênero de “kart caótico” na indústria gaming. Ele também utilizava perfeitamente o Mode 7, uma tecnologia da plataforma que ampliava e girava o plano de fundo — algo surpreendente naquela época.
E, claro, foi o primeiro spin-off de Mario que levou toda a turma a disputar suas diferenças nas corridas. Com a mistura de habilidade e sorte, os jogadores tinham de pegar os itens certos (e saber usá-los) para obter vantagem na corrida e deixar seus amigos para trás. Este modelo se tornou uma base para vários outros, que seguem replicando o estilo até hoje.
9. Super Mario RPG: Legend of Seven Stars
Lançado poucos meses antes do Nintendo 64, Super Mario RPG: Legend of Seven Stars (1996) era um ambicioso projeto que combinava as forças da Big N e da SquareSoft naquela época. A ideia era usar sua expertise em RPG para misturar o gênero de uma forma adequada ao personagem que vivia em jogos side-scrolling e plataforma.
Além disso, se você é feliz com jogos como Clair Obscur: Expedition 33 trazendo um dinamismo maior com os “Timed Hits” para ataque e defesa, tem de agradecer a Super Mario RPG por isso. Ele já fazia isso desde os anos 1990, tornando os embates contra inimigos mais divertidos e cheios de ação.
10. ActRaiser
ActRaiser (1990) também utilizava o chip de som SPC700 da Sony, mas o grande destaque dele se dá por outras razões. Além de ser um título excelente, ele misturava perfeitamente dois gêneros distintos em uma mesma experiência — algo que muitos estúdios sequer se arriscariam a fazer.
Se por um lado você tinha um jogo de ação side-scrolling para enfrentar monstros e outras ameaças, do outro você poderia aproveitar o modo de construção de cidades. Ali a sua luta era para auxiliar o povo a crescer e se desenvolver, algo que pegou muitos de surpresa no Super Nintendo e o tornou em um clássico instantâneo.
11. Super Mario World 2: Yoshi’s Island
Uma prequel do jogo que fez história, Super Mario World 2: Yoshi’s Island (1995) pega toda a fórmula do original e expande isso para centralizar a trama no dinossauro Yoshi — que precisa cuidar de Baby Mario e Baby Luigi anos antes do encanador se tornar uma lenda.
Com mecânicas diferentes, ele se tornou uma força por conta própria e só não ganhou mais tração que o original devido ao aumento de popularidade do recém-lançado Nintendo 64. No entanto, se quer um excelente 2D side-scroller, não perca tempo e busque jogá-lo.
12. Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest
A parceria entre Rare e Nintendo, que recriou Donkey Kong como o herói que conhecemos, apresentou em Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest (1995) uma sequência ousada e que acrescenta ainda mais elementos dentro do universo do poderoso símio.
No game, não controlamos o lendário protagonista, mas sim a dupla Diddy Kong e Dixie Kong — cuja missão é simples: resgatar o clássico personagem das garras de King K. Rool. Com uma qualidade ainda maior que seu antecessor, ele se tornou referência para gráficos que simulam 3D em um console — que sequer tinha poder para rodá-los adequadamente.
13. Mega Man X
Os jogos do Mega Man sempre foram emblemáticos, mas a Capcom decidiu renovar a marca através de seu Mega Man X (1993) — que atingiu os fãs em cheio com cenários futuristas, uma trama mais séria e novas mecânicas para o icônico robô azul.
Como um jogo de plataforma, todos seus elementos continuam a valer nos dias atuais. Pular, atirar, enfrentar chefões, encontrar pedaços das armaduras especiais espalhados pelas fases e usar de estratégia para vencer os desafios foi um dos pontos mais altos da Capcom e continua a ser até hoje.
14. Goof Troop
O pai da franquia Resident Evil, antes de mergulhar no survival horror, fazia um dos jogos multiplayer mais aclamados de toda uma geração: Goof Troop (1993). Produzido por Shinji Mikami, ele traz diversos desafios, quebra-cabeças e diversão em dobro ao lado de Pateta e Max.
Se você hoje tem It Takes Two, Split Fiction e outros games do gênero, foi graças à popularidade que a aventura em conjunto da Disney atingiu no Super Nintendo. É considerado, por muitos, como um dos melhores games da plataforma e, mesmo décadas depois, compensará a sua visita.
15. Final Fantasy VI
Ao falar em RPGs históricos, não podemos esquecer Final Fantasy VI (1994) — um dos melhores de toda a franquia. No papel da heroína Terra, o público pode conferir uma mistura entre tecnologia e o medieval com uma qualidade ímpar, tanto para o Super Nintendo quanto para todo o gênero no geral.
Mesmo que pareça “retrô”, ele é um dos títulos obrigatórios para todo fã e que reúne algumas das melhores ideias e mecânicas, que se tornaram marca registrada a partir dos próximos. Se consideram o VII um “acerto” lendário da Square na época, dá para ter noção de como sua construção aprendeu deste título.
16. Earthbound
Um dos grandes clássicos “perdidos” da plataforma, Earthbound (1994) é um RPG riquíssimo e cheio de nuances. Na trama, Ness é um garoto comum de cidade que vê a queda de um meteoro no seu quintal. A partir disso, ele se envolve em uma aventura para defender a Terra da ameaça de Giygas.
Ao contrário dos clássicos do gênero que traziam espadas, arcos e flechas e outros equipamentos “medievais”, aqui vemos tacos de beisebol, ioiôs e outros itens modernos que deram um frescor a mais no gameplay. Conhecido por sua metalinguagem e humor, ele é referência e vale o seu tempo.
17. Contra III: The Alien Wars
Outra “pedrada” da Konami, Contra III: The Alien Wars (1992) mantém o padrão da franquia run-and-gun e nos joga diretamente em um futuro distópico — no qual os inimigos derrotados nas experiências anteriores decidem atacar diretamente a Terra em uma guerra em larga escala.
Se os anteriores já foram aclamados por seus visuais e criatividade nos fliperamas e no Nintendinho, no Super Nintendo o nível se elevou e nos trouxe a experiência definitiva da saga. Uma das grandes pérolas do gênero, ele ainda merece a sua atenção e vai te dar um baile de dificuldade.
18. Super Castlevania IV
Um dos melhores games de ação linear de toda a plataforma, Super Castlevania IV (1991) também é um dos títulos mais aclamados da franquia. Se é fã de Hollow Knight, Dead Cells e outros, vale muito a pena visitá-lo hoje em dia, para ver como algumas características do metroidvania foram concebidas.
Mais uma vez você confronta as forças de Drácula, sob a perspectiva de Simon Belmont — que tenta derrubar as forças demoníacas com seu lendário chicote. É considerado o ápice da fórmula nos anos 1990 e pode ser comparado ao seu irmão mais popular, Castlevania: Symphony of the Night.
19. Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time
Um dos melhores beat ‘em up de toda uma geração, Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (1991) trazia os quatro quelônios contra as forças do Destruidor, que nesta aventura altera as linhas temporais. Seja no período jurássico, em navios piratas e em futuros distópicos, descer a porrada em um exército de inimigos e nos grandes vilões da franquia nunca saiu de moda e continua muito bom — até mesmo nos dias recentes.
20. International Superstar Soccer Deluxe
Muito antes da guerra entre PES e FIFA, uma única série reinava soberana sobre os gramados: International Superstar Soccer. A série foi responsável por eternizar o craque Allejo no imaginário popular, além de garantir a diversão de muita gente na frente do Super Nintendo. Com jogabilidade simples e uma narração característica, a série fez um sucesso estrondoso no Brasil por razões óbvias.
21. Mortal Kombat II
Se Street Fighter 2 ajudou a estabelecer os jogos de luta nos consoles, Mortal Kombat surgiu para mostrar que videogame não era mais coisa de criança. Com gráficos realistas e muito — mas muito mesmo — sangue, o jogo gerou polêmica pela violência, mas logo caiu no gosto dos jogadores. E foi com Mortal Kombat II que os elementos básicos da série acabaram sendo eternizados.
O game ampliou seu elenco, trazendo alguns dos heróis e vilões que logo viriam a se tornar os queridinhos dos fãs, como Jax, Kung Lao e Shang Tsung, que desta vez estava disponível como personagem jogável. Além disso, os visuais ficaram mais refinados, o que melhorou também a jogabilidade e deixou as coisas bem mais brutas.
22. Top Gear
Se você perguntar um jogo de corrida inesquecível, é quase certo que os fãs mais velhos vão citar Top Gear. Sem a pretensão de ser um simulador de direção como os games atuais, a única preocupação do jogo era ser divertido do começo ao fim — e ele conseguia fazer isso muito bem e aos gritos de “Banzai!”.
Embora trouxesse veículos um tanto quanto genéricos, os demais elementos compensavam com momentos únicos. Os cenários, por exemplo, eram os grandes atrativos. Isso sem falar da trilha sonora que é lembrada até hoje.
23. Killer Instinct
Com o sucesso de Mortal Kombat, era óbvio que outras empresas tentariam pegar carona nesse novo nicho. Foi quando nasceu Killer Instinct. Durante os anos 1990, quem tinha o cartucho preto do game automaticamente se tornava o rei do pátio da escola, pois o jogo já mostrava sua "maldade" na cor de sua fita. E o game em si não ficava para trás.
Com personagens bem mais agressivos — Fulgore, por exemplo, é a epítome de tudo aquilo que era popular na época — e uma jogabilidade brutal, mas bastante ágil, Killer Instinct logo se tornou memorável, principalmente pelos gritos de "Combo Breaker" que surgiam a todo momento.
24. Super Bomberman
Um dos jogos mais populares do Super Nintendo e também um dos responsáveis pelo término de muitas amizades. A ideia de colocar dois personagens em uma arena para se explodirem é bastante simples, mas que volta e meia terminava em briga. Só que isso não tira o fato de que o game sempre foi muito divertido.
O grande mérito de Super Bomberman foi fazer com que essa ideia acontecesse em diferentes arenas, uma sempre bem diferente da outra, o que criava uma dinâmica nova a cada fase. Além disso, o jogo trazia vários itens que forçavam os jogadores a alterarem suas estratégias a todo momento.
25. Rock & Roll Racing
Se Mario Kart trouxe o caos para as pistas, Rock & Roll Racing levou isso a um novo nível. O game adotava uma temática mais radical, com carros envenenados correndo em pistas em outros planetas ao som do mais puro rock. Mesmo com as limitações do hadware do Super Nintendo, a ótima seleção de músicas é o que ajudou a fazer com que este jogo se tornava inesquecível.
Um dado curioso e que pouca gente sabe é que o estúdio que criou esse clássico viria a se transformar no que a gente conhece hoje como Blizzard.
26. Final Fight
Final Fight deveria ser uma sequência do primeiro Street Fighter, mas se transformou em algo tão diferente que acabou evoluindo para algo novo. E isso foi ótimo, já que o game conta com uma identidade única, muito por causa da ambientação urbana.
A geração do Super Nintendo foi terreno fértil para vários Beat ‘em Up, e Final Fight foi um dos principais responsáveis pela popularização do gênero. Controlando personagens como Hagar, Cody e Guy, o jogador precisava cruzar Metro City dando pancada uma série de criminosos para resgatar a mocinha. Um clássico da porradaria.
27. Super Star Wars: Return of the Jedi
Uma das séries cinematográficas de maior sucesso do mundo certamente ia fazer muito barulho nos games. E a adaptação de O Retorno de Jedi fez isso muito bem, trazendo ótimas cenas de ação, recriou momentos do filme e trouxe ainda um elenco bastante variado, o que serviu apenas para animar os fãs.
Podendo controlar Luke, Han Solo, Chewbacca, princesa Leia e até um Ewok, o game conseguiu trazer todos os acertos dos games anteriores ao mesmo tempo em que evoluiu muito bem à série. Foi um ótimo fechamento para a trilogia.
28. Aladdin
Um clássico da Disney, Aladdin se tornou um dos jogos mais lembrados do Super Nintendo graças à sua simplicidade. Com um visual muito fiel à animação original e fases que remetiam ao filme, o jogo pegou carona no sucesso da história e soube aliar isso muito bem a uma jogabilidade bastante acessível, mas que ainda era bastante desafiadora.
A prova de que este é um dos jogos mais lembrados do SNES é o fato de que ainda tem gente que sabe de cor alguns passwords das fases.
29. Spider-Man & Venom: Maximum Carnage
Com o desenho animado do Amigão da Vizinhança explodindo na TV, era óbvio que ele teria de aparecer nos jogos. Só que Maximum Carnage vai além de simplesmente replicar a animação. Na verdade, ele trazia muitos elementos dos quadrinhos, incluindo vários personagens que só tinham aparecido por lá. Além disso, a possibilidade de controlar o anti-herói Venom era um diferencial e tanto para a época.
É curioso ver como a Marvel conseguia fazer bons jogos na época do Super Nintendo, algo que ela parece ter perdido com o tempo. Tanto que foi graças ao game que muita gente ficou conhecendo o vilão Carnificina, responsável por um dos cartuchos mais legais do SNES: todo vermelho.
30. X-Men: Mutant Apocalypse
Nos anos 90, os mutantes da Marvel estavam no seu auge. Os quadrinhos vendiam como nunca e a animação que passava na TV apenas aumentava o número de fãs. E essa combinação foi mais do que perfeita para fazer com que os mutantes estrelassem um game de sucesso.
A ideia de Mutant Apocalypse, como o próprio nome já sugere, foi trazer toda a loucura da saga do Apocalipse para os jogos. Controlando diversos heróis, o jogador devia avançar pelas fases enquanto derrotava as ameaças impostas por En Sabah Nur. E o grande diferencial é que cada personagem continha uma história própria, o que fazia com que jogar com Wolverine, Ciclope, Gambit, Psylocke e Fera fosse bem diferente entre si.
Os 30 melhores jogos do SNES: lista completa
Confira a lista numerada para consulta rápida dos melhores títulos do Super Nintendo:
- Super Mario World
- The Legend of Zelda: A Link to the Past
- Chrono Trigger
- Donkey Kong Country
- Super Metroid
- Star Fox
- Street Fighter II: The World Warrior
- Super Mario Kart
- Super Mario RPG: Legend of Seven Stars
- ActRaiser
- Super Mario World 2: Yoshi’s Island
- Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest
- Mega Man X
- Goof Troop
- Final Fantasy VI
- Earthbound
- Contra III: The Alien Wars
- Super Castlevania IV
- Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time
- International Superstar Soccer Deluxe
- Mortal Kombat II
- Top Gear
- Killer Instinct
- Super Bomberman
- Rock & Roll Racing
- Final Fight
- Super Star Wars: Return of the Jedi
- Aladdin
- Spider-Man & Venom: Maximum Carnage
- X-Men: Mutant Apocalypse
Se você quer continuar explorando o passado dos consoles, confira também nossa seleção com os 15 melhores jogos de Nintendo 64 de todos os tempos. Caso prefira os portáteis que marcaram época, não deixe de ler sobre os 10 jogos que definiram o Game Boy e sua importância para a indústria.