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Lâmpada inteligente x interruptor inteligente: qual vale mais a pena?

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Rafael Damini / Canaltech
Rafael Damini / Canaltech

Automatizar a iluminação costuma ser o primeiro passo de quem monta uma casa inteligente. Mas logo surge a dúvida entre comprar lâmpadas conectadas ou trocar os interruptores da parede.

Ambas as opções entregam controle por voz e aplicativo, mas funcionam de formas distintas. Veja qual modelo é melhor comprar.

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Praticidade e personalização das lâmpadas

As lâmpadas inteligentes ganham destaque pela facilidade de instalação. O processo exige apenas rosquear o dispositivo no soquete padrão e configurá-lo no aplicativo.

Isso permite mudar o item de cômodo ou usar em luminárias de mesa sem dificuldade. O custo inicial é acessível, com preços entre 25 e 40 reais para versões mais básicas.

Modelos com melhor qualidade e conexões mais estáveis começam na faixa de 50 a 60 reais. Existem opções mais caras, mas o investimento depende da necessidade de recursos extras.

O grande trunfo aqui é a personalização. A maioria permite ajustar a intensidade do brilho e a temperatura do branco. Muitas também trazem função RGB para colorir o ambiente conforme o gosto do usuário.

O ponto negativo envolve o uso diário. A lâmpada precisa de energia constante para funcionar. Se alguém desligar o interruptor físico na parede, ela perde a conexão e não aceita comandos de voz ou via app.

Controle total com interruptores

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Os interruptores inteligentes resolvem esse problema de conexão. Eles permitem controlar a luz por voz, aplicativo ou fisicamente na parede sem perder a automação.

A relação custo-benefício é um atrativo. É possível encontrar modelos com duas teclas por cerca de 60 reais. O valor fica pouco acima de uma lâmpada completa, mas controla vários pontos de luz simultaneamente.

Outra vantagem clara aparece na manutenção. Caso a lâmpada queime, basta substituir por um modelo LED comum. Isso torna a reposição muito mais barata a longo prazo do que comprar outra lâmpada inteligente.

A instalação, no entanto, exige mais trabalho e conhecimento técnico. É necessário substituir o espelho antigo e mexer na fiação elétrica. Muitos modelos pedem cabo neutro para funcionar, o que nem sempre existe na caixa de passagem das residências brasileiras. Isso pode exigir a contratação de um eletricista.

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Além disso, a maioria dos interruptores não oferece controle de intensidade, o famoso dimmer. Também não há recursos RGB se o usuário mantiver as lâmpadas convencionais.

Qual escolher?

A decisão final depende do objetivo e do tipo de moradia. Lâmpadas são ideais para quem vive de aluguel, pois não exigem reformas, ou para quem deseja criar cenários coloridos. Elas também são ótimas opções para iluminação indireta, ou seja, para o uso em abajur ou luminária, por exemplo. 

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Já os interruptores atendem melhor quem busca uma solução definitiva e prática. Eles funcionam bem para a iluminação principal de salas e quartos, onde o uso do botão físico é frequente e intuitivo para visitas.

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