Mercado Pago lança serviço de compra e venda de criptomoedas

Mercado Pago lança serviço de compra e venda de criptomoedas

Por Dácio Castelo Branco | Editado por Claudio Yuge | 02 de Dezembro de 2021 às 21h40
Divulgação

O Mercado Livre, nesta quinta-feira (2), anunciou que disponibilizou o serviço de compra e venda de criptomoedas diretamente pelo aplicativo do Mercado Pago para parte dos usuários da plataforma. Por ora, os ativos não podem ser transferidos para outras carteiras digitais ou usadas em pagamentos do serviço.

A nova ferramenta do Mercado Pago foi feita em conjunto com a Paxos, empresa provedora de produtos e serviços de criptomoedas, que ficará responsável pela administração, criptografia e custódia dos usuários do Mercado Pago.

A nova função do Mercado Pago permitirá apenas a compra, armazenamento e venda das criptomoedas. Na implementação inicial, três ativos estarão disponíveis para negociação: Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e Pax Dollar (USDP), com investimentos mínimos de R$ 1, e taxas de 2% por transação.

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Quanto ao valor pela qual a plataforma venderá as criptomoedas, Túlio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago Brasil, em coletiva sobre a nova função, afirma que a empresa manterá um preço justo dos ativos, sem considerar variações como o spread cambial delas.

A função foi oficialmente lançada nesta quinta-feira (2), mas só foi disponibilizada para algumas pessoas. Os demais usuários receberão o acesso à nova função gradativamente.

Criptomoedas e Mercado Livre

Mercado Livre já está há algum no mercado de criptomoedas. (Imagem: Reprodução/Pierre Borthiry/Unsplash)

A função de negociação de criptomoedas no Mercado Pago havia sido anunciada em 23 de novembro. Na ocasião, Oliveira afirmou que a empresa estudou e aprendeu sobre o mercado antes de entrar nele, e que acredita no potencial desses investimentos.

Além disso, a novidade é lançada cerca de seis meses depois que o Mercado Livre se tornou a primeira empresa de grande porta na América Latina a investir em Bitcoin, comprando um total de US$ 7,8 milhões (cerca de R$ 45 milhões, na conversão atual) do ativo, como parte de uma estratégia de preservação de reservas financeiras da empresa.

Fonte: InfoMoney

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