Microsoft pode lançar dispositivo com duas telas voltado para chamadas em vídeo

Por Eduardo Hayashi | 30 de Julho de 2018 às 11h49

Embora a Microsoft esteja fazendo um ótimo trabalho em esconder os detalhes sobre o seu novo produto de hardware, nesse último final de semana surgiu uma nova patente registrada no nome da companhia dando uma ideia do que podemos esperar.

Os documentos foram registrados no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos em junho 2017, mas só agora vieram à tona. Eles descrevem um aparelho para "chamadas em vídeo a três a partir de um dispositivo articulável multitela", sugerindo que o novo dispositivo provavelmente deve ser projetado para a realização de chamadas em vídeo.

Confira a ilustração que explica o funcionamento da tecnologia:

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(Imagem: FPO)

Curiosamente, a patente especifica que o dispositivo terá duas telas, sendo que cada uma delas oferecerá uma câmera, dando pistas sobre um conceito inovador que deve permitir que duas pessoas em um mesmo local entrem em uma videoconferência a partir de um único dispositivo, que "mostrará de forma simultânea a imagem capturada pela câmera primária, pela lente secundária e o vídeo a partir de um terceiro usuário com um dispositivo remoto".

“Os usuários interagirão com dispositivos móveis com várias telas em várias posições, podendo, inclusive, segurar o dispositivo verticalmente, com a tela principal voltada para o usuário, e a tela secundária voltada para um segundo usuário em outras posições e orientações. Convencionalmente, pode ser difícil para os usuários no mesmo espaço físico fazerem parte de uma chamada de vídeo quando não estão próximos um do outro, especialmente quando há três ou mais participantes. Eles podem perder a visão um do outro ou de um usuário remoto, e pode ser difícil dizer se os usuários estão no enquadramento das câmeras que os filmam”, explicou a Microsoft na patente.

É importante notar que o registro de uma patente em si não garante que o dispositivo será lançado no mercado. Muitas vezes esses documentos são registrados apenas para evitar que outras empresas utilizem a mesma tecnologia em seus aparelhos. Também não está muito claro se o produto em questão se trata de um smartphone ou de um computador portátil.

Fonte: TechRadarWindowsLatest

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