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Como escolher um alarme para carro?

Por| Editado por Jones Oliveira | 16 de Abril de 2022 às 12h00

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Reprodução/Reinhart Julian, Unsplash
Reprodução/Reinhart Julian, Unsplash

Há várias opções para deixar um carro seguro, e uma das primeiras que pensamos, além da própria contratação de uma apólice, é a instalação de um alarme. A questão, diante de tantas opções do mercado, é sobre como escolher o alarme certo para cada carro.

Antes de falarmos mais a fundo sobre como escolher um alarme para carro, vamos adiantar que existem alguns modelos de acessórios mais básicos que, em um mundo ideal, se complementariam para aumentar a segurança:

  1. Alarme perimétrico: É o mais comum que vem instalado nos carros quando eles saem de fábrica. A função primordial é disparar um sinal sonoro quando uma das portas é aberta. O ponto falho, em alguns, é que o alarme não dispara quando porta-malas ou capô são violados;
  2. Alarme volumétrico: Os alarmes volumétricos, ao contrário dos perimétricos, detectam quando há qualquer tipo de movimento dentro do veículo. Isso é extremamente útil quando alguém quebra um vidro para acessar a parte interna do carro;
  3. Bloqueador automotivo: Como o próprio nome diz, o bloqueador é um tipo diferente de alarme, pois não emite qualquer sinal luminoso ou sonoro. Ele bloqueia a alimentação de combustível no veículo e impede que o motor seja acionado. Este tipo de alarme também é chamado de “Segredo”;
  4. Rastreador: Acessório que também funciona melhor quando “casado” com um alarme sonoro, o rastreador é praticamente indetectável e inviolável. Ele permite, em caso de roubo, que o sistema de GPS indique onde o carro está, aumentando a chance de recuperá-lo.
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Tipos de sensores para alarme de carro

Agora que já citamos os tipos mais comuns de alarme para carro, vamos enumerar também quais os sensores fundamentais que precisam estar em ordem para o dispositivo funcionar corretamente na proteção do veículo.

  • Sensor de portas e janelas (ultrassom): Utilizado tanto no alarme perimétrico para carro quanto no volumétrico, ele funciona como um sensor de porta de geladeira, que se apaga quando ela fecha. Quando o carro é aberto, as sirenes disparam. No caso do arrombamento de janela, o sensor percebe uma diferença na alteração de sons internos e também aciona o aviso sonoro;
  • Sensor de pressão: Integrado ao alarme volumétrico, aciona o aviso sonoro quando sente que há mudança de pressão (peso) dentro do veículo;
  • Sensor de aproximação: Como o próprio nome diz, entra em modo operativo quando alguém se aproxima demais do carro, emitindo um aviso sonoro, que fica mais alto em caso de arrombamento.
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Mais pontos importantes ao escolher o alarme

Além dos tipos mais comuns de alarme e dos sensores que precisam estar “afiados” para que o carro esteja protegido, há outros pontos a serem observados na hora de escolher o melhor equipamento.

As sirenes do conjunto, por exemplo, precisam ser do tipo “quanto mais alta, melhor”, mesmo que incomodem os vizinhos ou moradores da região em que o carro estiver estacionado. Pode até ser que o alarme não iniba o roubo, mas que a pessoa interessada no carro vai ficar menos propensa a roubá-lo se o barulho for alto, isso vai.

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Escolher um alarme para carro com manuais de instrução e instalação fáceis de ler também é fundamental. Isso vai ajudar a desarmar o sistema no caso de disparo acidental do recurso, algo que, na verdade, é bastante comum.

Agora, canaltecher, a escolha é sua. Com as dicas que demos hoje, é só procurar o alarme que mais se adapta às suas necessidades (e ao seu bolso).

Vale fechar o material lembrando que algumas marcas oferecem, inclusive, o chamado alarme modular. Ou seja: você pode comprar e instalar primeiramente o kit mais básico e, depois, ir complementando o sistema de proteção com outros recursos mais avançados.

Com informações: Blog Nakata, Connect Partse Carro de Garagem