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3 curiosidades sobre o Honda Civic Type R

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Paulo Amaral/Canaltech
Paulo Amaral/Canaltech

O Honda Civic Type R é um dos esportivos mais cobiçados do mercado brasileiro e, ao lado de Toyota GR Corolla, Golf GTI e Ford Mustang GT Performance, habita os sonhos de quem sonha estar atrás do volante de um carro com “alma de pista”.

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Lançado no Brasil em sua última geração há quase dois anos, o hatch da marca japonesa carrega em sua história uma série de fatos curiosos, que muitos aficionados pelo mundo automotivo talvez não conheçam.

Confira a seguir 3 curiosidades sobre o Honda Civic Type R, um esportivo “raiz e visceral”.

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3. Recordista em Nürburgring

O Honda Civic Type R foi projetado para ser o carro de tração dianteira mais rápido do mundo, e alcançou seu objetivo em abril de 2023, em uma das pistas mais desafiadoras do mundo.

O apimentado hatch da marca japonesa completou a volta no instigante circuito de Nürburgring, na Alemanha, em 7min44s881m. O piloto responsável pelo feito foi o argentino Nestor Girolami.

2. Uma vez hatch… nem sempre hatch

Engana-se quem pensa que o Honda Civic Type R sempre ostentou carroceria hatch. Desde que foi lançado, paralelamente à sexta geração do Civic tradicional, a versão esportiva foi construída como hatch em cinco das seis gerações.

A exceção ficou por conta da oitava geração, lançada em 2007. Na ocasião, o modelo japonês, que no Brasil ficou conhecido como “New Civic”, contou com uma variante esportiva produzida com carroceria sedan. Ela, porém, foi vendida exclusivamente no mercado japonês.

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1. Type R é do Brasil é o mais fraco do mundo

A terceira curiosidade em torno do Honda Civic Type R contrasta, ironicamente, com a primeira história que revelamos há pouco a respeito do carro esportivo produzido pela marca japonesa.

Se, por um lado, ele obteve um recorde por ser o tração dianteira mais rápido do mundo, o mercado brasileiro teve de se contentar por ter à venda o Type R “mais fraco do mundo”. A explicação é simples: como a gasolina vendida no Brasil tem etanol, foi preciso reduzir a potência do motor, que é inferior a 300 cavalos (297), contra 320 cv nos EUA e 330 cv no Japão.

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