Embraer usará apenas energia 100% renovável um ano antes do previsto

Embraer usará apenas energia 100% renovável um ano antes do previsto

Por Paulo Amaral | Editado por Jones Oliveira | 31 de Maio de 2022 às 18h20
Divulgação/Embraer

A Embraer anunciou que utilizará apenas energia elétrica e eólica, 100% limpa e renovável, a partir de 2024. Desta forma, com a aquisição do CER (Certificado de Energia Renovável), a empresa antecipa em um ano o projeto de zerar as emissões de carbono Escopo 2 no Brasil.

As metas ESG estabelecidas pela companhia brasileira tiveram início em agosto de 2021. Visando um futuro mais sustentável, ela definiu uma estratégica que inclui operações neutras em carbono até 2040, 100% de utilização de energia renovável (agora até 2024) no Brasil e nas operações globais até 2030.

“Esta ação representa um novo marco para a empresa e reforça o compromisso da Embraer com as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) na transição para um modelo de negócio de baixo carbono. ESG é um dos pilares do nosso plano estratégico e temos um programa amplo com diversas frentes e estamos buscando todas as oportunidades para acelerar a redução das nossas emissões de carbono”, afirmou Carlos Alberto Griner, Vice-Presidente de Pessoas, ESG e Comunicação da Embraer.

Metas estabelecidas pela Embraer para uso de energia 100% renovável foram antecipadas em um ano (Imagem: Divulgação/Embraer)

Combustível sustentável

A adoção de um projeto ESG como pilar do plano estratégico da Embraer abrange também a utilização de combustível sustentável nas aeronaves da empresa. Segundo os executivos, a promessa é acelerar a maior adoção de combustível sustentável de aviação (SAF) e desenvolvimento de tecnologias e produtos de baixa ou zero emissão de carbono, como propulsão elétrica, híbrida, SAF e hidrogênio.

A empresa pretende alavancar os processos de forma bem rápida e, com isso, melhorar a pegada de carbono atual. Segundo dados divulgados pela comunicação da Embraer, em 2021 foram consumidos cerca de 170.000 MWh globalmente, a maior parte (aproximadamente 67%) no Brasil.

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