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WhatsApp pode ganhar backup próprio e abandonar de vez o Google Drive

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Viviane França/Canaltech
Viviane França/Canaltech

O WhatsApp pode ganhar um novo sistema próprio de backup em nuvem, pensado para armazenar conversas e mídias sem depender do Google Drive e do iCloud. O recurso foi encontrado pelo WABetaInfo, mas ainda não está disponível para usuários.

A novidade apareceu com o nome “WhatsApp Chat Backup Provider” e indica que a Meta quer criar um backup próprio no Android e iOS, reduzindo a dependência do Google Drive e do iCloud. A mudança pode facilitar a vida de quem precisa lidar com backups pesados e pouco espaço gratuito.

Além disso, o WhatsApp deve reforçar a proteção dos dados com criptografia de ponta a ponta ativada por padrão e novas formas de autenticação.

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Como vai funcionar o novo backup do WhatsApp?

A ideia é que o WhatsApp tenha uma nuvem dedicada para armazenar backups. Assim, o usuário poderá escolher entre continuar usando o Google Drive, iCloud ou migrar para a solução integrada do próprio mensageiro.

O serviço deve oferecer até 2 GB de armazenamento gratuito e também estudar um plano pago de 50 GB por cerca de US$ 0,99 mensais (cerca de R$ 5), embora esses valores ainda possam mudar antes do lançamento. Ainda não está claro se o nível gratuito será liberado para todos ou limitado a assinantes do WhatsApp Plus.

O backup próprio também deve ter criptografia obrigatória e suporte a passkeys, que substituem senhas por autenticação biométrica ou pelo bloqueio de tela. Essas chaves ficam salvas no gerenciador de senhas do usuário e podem ser sincronizadas entre dispositivos confiáveis da mesma conta. Para quem preferir, ainda será possível proteger os dados com uma senha comum ou uma chave de criptografia de 64 dígitos.

O novo backup já está disponível?

Não. O backup próprio do WhatsApp ainda não foi lançado e segue em desenvolvimento.

O mais provável é que o recurso passe primeiro por testes internos e depois seja liberado de forma gradual para usuários selecionados no programa beta. Só após essa etapa de validação é que a ferramenta deve ser disponibilizada globalmente em uma atualização futura.

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