Spotify chega a 83 milhões de assinantes

Por Carlos Dias Ferreira | 26 de Julho de 2018 às 13h31
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Dados divulgados pela Spotify nesta quinta-feira (26) revelam que o serviço chegou a 83 milhões de assinantes no mundo. O resultado bate com o melhor prognóstico emitido pela própria companhia anteriormente, deixando o aplicativo de streaming relativamente distante do segundo colocado, a Apple Music – cujos resultados revelados em abril contabilizavam 40 milhões de usuários pagantes.

A Spotify também disse ter contado 180 milhões de usuários que “utilizaram o serviço pelo menos uma vez” durante o mês passado, representando um crescimento de 30% em relação ao mesmo período do ano passado. Vale lembrar, entretanto, que o aplicativo inclui também a possibilidade de utilização gratuita pontuada por anúncios – algo que o serviço da Apple não disponibiliza.

Até 88 milhões de assinantes em setembro

Além de publicar os números atualizados, a Spotify também aproveitou para fazer um novo prognóstico: a companhia espera alcançar entre 85 milhões e 88 milhões de usuários pagantes até o final de setembro. Já para a base de usuários mensais ativos (incluindo serviços gratuitos), a expectativa é ficar entre 188 milhões e 193 milhões de pessoas.

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Spotify: crescimento em base de usuários vem após perdas operacionais consecutivas em 2016 e 2017. (Foto: reprodução/Spotify).

Os resultados atuais representam uma retomada considerável do serviço, que havia registrado perdas operacionais de 394 milhões de euros no ano passado, com ações desvalorizadas em 2,20 euros. Em 2016, os resultados negativos haviam ficado em 188 milhões de euros, com decréscimo de 1,24 euro no valor dos papeis. Números recentes revelam, entretanto, um aumento de 4,9% nas ações, negociadas a US$ 197,25.

Ainda que o Sportify se mantenha como o serviço de streaming de músicas com maior base de usuários – assinantes e não assinantes -, a Apple Music tem apresentado taxas de crescimento superiores nos EUA. Algo particularmente relevante, caso se considere que o país permanece como o maior mercado fonográfico do mundo.

Fonte: via Cnet

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