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Microsoft começa a corrigir um dos maiores problemas do Windows 11

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Unsplash/Rui Silvestre
Unsplash/Rui Silvestre

O Windows é um dos sistemas operacionais mais utilizados em computadores, mas a falta de mais aplicativos 100% nativos é uma queixa antiga dos seus usuários. A Microsoft parece finalmente ter escutado seus clientes e começou a corrigir esse problema.

Uma publicação recente no X (antigo Twitter), feita por Rudy Huyn, arquiteto parceiro da Microsoft com atuação em serviços como Microsoft Store e Explorador de Arquivos, indica que a companhia trabalha em uma mudança de rumos para o Windows.

O especialista ressalta que está à frente da montagem de uma nova equipe totalmente dedicada a apps para Windows. Ao ser questionado por um usuário se se tratam de Progressive Web Apps (PWAs), ou seja, aplicativos baseados em tecnologias web que se comportam como “apps de verdade”, ele foi enfático:

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“Não, 100% nativos”.

Por que a Microsoft está “abandonando” os PWAs?

Mais baratos e rápidos de desenvolver, além de terem manutenção mais simples, os PWAs sempre fizeram sentido para a estratégia da Microsoft no Windows. Outro ponto positivo é a compatibilidade entre diferentes plataformas, que permite que um mesmo serviço funcione em vários sistemas com poucos ajustes.

No entanto, serviços desenvolvidos pela empresa, como Clima e o editor de vídeo Clipchamp, podem depender de conexão com a internet para funcionar plenamente. Além disso, a execução desses apps pode impactar negativamente tanto o desempenho quanto o consumo de memória nos PCs, o que gera reclamações entre usuários do Windows.

Esses fatores ajudam a explicar por que a Microsoft passou a rever sua estratégia de desenvolvimento de aplicativos. Soma-se a isso o fato de que apps 100% nativos tendem a ser mais otimizados para o sistema operacional, favorecendo melhor integração com o hardware e interfaces mais fluidas.

Logo, essa mudança de foco começa com a criação de uma equipe dedicada a apps nativos e indica que a empresa busca melhorar a experiência no Windows ao oferecer mais desempenho, ainda que isso signifique abrir mão da praticidade dos PWAs.