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Como eram as redes sociais em 2016? 8 memórias marcantes

Por  • Editado por Bruno De Blasi | 

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Tracy Le Blanc/Pexels
Tracy Le Blanc/Pexels

O ano era 2016 e, embora as redes sociais já fossem uma febre, os recursos e ferramentas ainda começavam a ganhar uma forma mais próxima daquela que vemos hoje. Além disso, tendências e o encerramento de algumas plataformas marcaram aquele período.

Se uma máquina do tempo nos transportasse para a época, nos depararíamos com o Instagram começando a implementar os Stories. Enquanto isso, os filtros do Snapchat eram o grande assunto do momento, e o Facebook incluía novas funcionalidades interativas.

8 memórias marcantes das redes sociais em 2016

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Entrando em uma vibe nostálgica, o Canaltech lista, a seguir, 8 memórias marcantes das redes sociais em 2016:

  1. O nascimento dos Stories no Instagram
  2. Transmissões ao vivo no Instagram
  3. Filtros do Snapchat
  4. A febre do Desafio do Manequim
  5. Reações no Facebook
  6. Chamadas de vídeo no WhatsApp
  7. Aplicativo do WhatsApp Desktop
  8. Fim do Vine

1. O nascimento dos Stories no Instagram

É difícil imaginar como era o Instagram sem os Stories, recurso praticamente indispensável para usuários comuns e criadores de conteúdo. Mas, até agosto de 2016, o cenário era diferente, já que a funcionalidade sequer existia.

As fotos e vídeos temporários foram integrados à plataforma em 2 de agosto de 2016, o que mudou drasticamente a forma como a rede social passou a ser utilizada.

2. Transmissões ao vivo no Instagram

Outra grande novidade que chegou ao Instagram no mesmo ano foram as transmissões ao vivo, que permitiam interagir em tempo real com os seguidores por até uma hora. O lançamento já veio acompanhado de opções como fixar ou desativar comentários e enviar reações ao longo das lives.

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3. Filtros do Snapchat

O Snapchat, que hoje perdeu espaço justamente para recursos integrados ao Instagram, tinha como um de seus maiores atrativos o famoso filtro de “cachorrinho”. Era quase inevitável entrar no app e não se deparar com algum contato exibindo orelhas e focinho caninos.

Na época, também viralizaram filtros como o de “vômito de arco-íris” e o que adicionava uma coroa de flores à cabeça dos usuários.

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4. A febre do Desafio do Manequim

Outra febre que tomou conta das redes sociais em 2016 foi o Desafio do Manequim (Mannequin Challenge). Geralmente publicados no Instagram ou no Facebook, os vídeos mostravam pessoas “congeladas”, como os bonecos de lojas de roupa, enquanto ao fundo tocava a música “Black Beatles”, de Rae Sremmurd.

Diversas celebridades aderiram à tendência na época, incluindo a então primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que participou da brincadeira ao lado de LeBron James e dos atletas do Cleveland Cavaliers.

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5. Reações no Facebook

O Facebook ainda era amplamente utilizado em 2016, mas as interações nos posts, até então, se restringiam a comentários e curtidas. Isso mudou em fevereiro daquele ano, com a introdução das “Reações”.

O recurso passou a permitir que os usuários escolhessem entre “Curtir”, “Amei”, “Haha”, “Uau”, “Triste” e “Grr” (ou “Bravo”). Com isso, a popularidade de um post passou a ser medida também pela resposta emocional que ele gerava.

6. Chamadas de vídeo no WhatsApp

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O ano de 2016 também trouxe novidades ao WhatsApp, com destaque para a chegada das chamadas de vídeo — até então, só era possível fazer ligações de áudio no aplicativo.

“Estamos implementando esse recurso porque sabemos que, às vezes, ler e ouvir não são suficientes. Nada substitui assistir à sua neta dando os primeiros passos ou ver o rosto da sua filha que foi estudar fora do país”, destacou o WhatsApp no comunicado de lançamento.

7. Aplicativo do WhatsApp Desktop

A famosa plataforma de mensagens também se expandiu em 2016. O serviço, que até então era restrito aos aplicativos para Android e iOS ou à versão Web, passou a ser disponibilizado também como um aplicativo desktop nativo, compatível com Windows e macOS.

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8. Fim do Vine

Mas nem só de lançamentos e filtros divertidos vive a nostalgia de 2016. Outubro daquele ano marcou o anúncio do fim do Vine, rede social de vídeos curtos que havia sido comprada pelo Twitter (atual X).

Um dia após o anúncio de que a plataforma teria suas operações encerradas, Rus Yusupov, fundador do serviço, publicou um breve desabafo com a mensagem: “Don’t sell your company!” (“Não venda a sua empresa!”, em tradução livre).

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