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Adeus, GPT-4o: OpenAI remove modelos antigos do ChatGPT

Por  • Editado por Bruno De Blasi |  • 

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Zulfugar Karimov/Unsplash
Zulfugar Karimov/Unsplash

A OpenAI anunciou nesta sexta-feira (13) a remoção de modelos antigos do ChatGPT, como GPT-4o e GPT-5, deixando os usuários apenas com as versões mais recentes, principalmente a família GPT-5.2, que oferece maior precisão, rapidez e habilidades aprimoradas segundo a empresa.

Quem tentar usar os modelos antigos, será redirecionado automaticamente para a versão correspondente do GPT-5.2. Por exemplo, pedidos ao GPT-4o ou 4.1 serão atendidos pelo GPT-5.2, e tarefas em que o raciocínio complexo é necessário, como as do o3, vão para o GPT-5.2 Thinking.

Entretanto, a API para desenvolvedores continua funcionando normalmente e o Modo de Voz ainda usa o GPT-4o, sem mudanças imediatas.

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Em 2025, a OpenAI retirou temporariamente o GPT-4o, mas voltou atrás após críticas de usuários dizendo que os modelos novos pareciam menos “humanos” e criativos. O CEO Sam Altman explicou que uma falha técnica no seletor de modelos fez o GPT-5 parecer pior do que realmente era, com respostas de baixa qualidade.

Por isso, o GPT-4o foi restaurado como opção “Legacy” para assinantes dos planos pagos.

Agora, segundo a OpenAI, as qualidades que tornavam o GPT-4o especial foram incorporadas e aprimoradas nos modelos GPT-5.1 e GPT-5.2. A empresa também afirma que cerca de 99,9% das pessoas já migraram para o GPT-5.2, restando poucos usuários no GPT-4o antes da retirada definitiva.

Quais modelos foram removidos?

Os modelos removidos do ChatGPT foram:

  • GPT-4o
  • GPT-4.1
  • GPT-4.1 mini
  • o4-mini
  • GPT-5 Instant
  • GPT-5 Thinking

Usuários reclamam da decisão da OpenAI

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Apesar da migração para os modelos mais novos, uma parcela da comunidade reagiu negativamente à remoção dos antigos. Muitos afirmam que o GPT-4o tinha uma “presença emocional” e conseguia captar nuances criativas que o GPT-5.2, embora tecnicamente superior, não reproduz completamente.

A reação se manifestou em redes sociais, fóruns e protestos digitais, com uso da hashtag #Keep4o. Os usuários compartilharam capturas de tela, relatos de experiências positivas e também enviaram mensagens à OpenAI pedindo que reconsiderasse a decisão.

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