Não dá para consertar o Galaxy Ring, mostra teste
Por Vinícius Moschen • Editado por Léo Müller | •

Um teste de reparabilidade realizado pelo portal iFixit mostrou que o Galaxy Ring não oferece a melhor experiência caso reparos sejam necessários. Na verdade, praticamente não dá para consertar o produto. Afinal, trocas de bateria podem torná-lo inutilizável, e outros componentes são soldados sem a possibilidade de substituição.
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O site ainda exibiu imagens de tomografia computadorizada, que mostram como os componentes são dispostos na parte interna do anel.
Por ser um acessório com tamanho tão compacto, todos os componentes internos são posicionados de forma minuciosa, como um verdadeiro quebra-cabeça.
Portanto, para viabilizar a ampla quantidade de funcionalidades e precisão de monitoramento, foi preciso fazer alguns sacrifícios em termos de reparabilidade.
Além da bateria, a lista de componentes internos presentes no Galaxy Ring inclui um chip de processamento, 512 KB de RAM e 1 MB de armazenamento interno. Há ainda suporte para conectividade por Bluetooth 5.4, uma tag para uso do NFC, e uma antena para comunicação entre o anel e o smartphone.
Uma questão curiosa sobre o produto é que sua bobina de carregamento sem fio não é soldada na placa de circuito, assim como ocorre em anéis inteligentes rivais. Na prática, isso significa que o componente poderia ser reparado de forma facilitada.
Por outro lado, a própria placa de circuito é soldada à estrutura do anel, e por isso não há como repará-la sem quebrar o produto.
O Galaxy Ring foi lançado pela Samsung em julho como uma opção menos intrusiva para monitorar dados corporais, entre outras funcionalidades integradas ao aplicativo Samsung Health.
Espera-se que o acessório seja lançado no mercado brasileiro em breve, visto que já tem registro na Anatel há quase dois meses.
Fonte: iFixit