Pulseiras têm queda nos preços e venderam 321% a mais no 1º trimestre brasileiro

Por Claudio Yuge | 06 de Julho de 2020 às 21h20
Mobile Time

O uso de dispositivos vestíveis vem crescendo nos últimos anos, especialmente por conta de mais opções baratas e sofisticadas. A projeção é de que, com a popularização do 5G, esse setor ganhe uma maior fatia do mercado. No Brasil, essa tendência já pode ser vista com o balanço do primeiro trimestre, que registrou alta nas vendas de 265%, em comparação com o mesmo período do ano passado. 

Os números são de levantamento da firma de consultoria IDC, que apontou 318 mil wearables comercializados no país entre janeiro e março deste ano, com faturamento de R$ 438 milhões (+231%). O grande destaque fica por conta das pulseiras inteligentes, com 168.680 vendidas (+321%). Um dos fatores que pode ter contribuído é a queda no preço, que diminui 37% em relação ao ano passado e, agora, custa em média R$ 551.

Os smartwatches concentram a maior parte da receita no segmento durante o primeiro trimestre e também puxaram os bons resultados, com saída de 149.333 peças (+218%). O preço médio, contudo, subiu 3%, chegando R$ 2.313.

Reprodução/Saúde Business

Para o segundo trimestre, a previsão da IDC é de que haja impacto da pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2). Contudo, a projeção segue em alta, de 30%, em comparação com o segundo trimestre do ano passado. Para as pulseiras e smartwaches, a expectativa é de aumento de 39% e 23%, respectivamente.

Vale destacar que, segundo pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, os wearables têm se tornado campeões de vendas no Brasil. Em novembro de 2018, 10% dos internautas brasileiros com smartphone diziam ter uma pulseira ou relógio inteligentes. Já em maio deste ano, esse número quase dobrou, atingindo 19%.

Fonte: Mobile Time

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