Sony WH-1000XM6 traz novo chip e bateria de 30 horas com ANC
Por Redação |

A Sony lançou a sexta geração de sua linha premium de headphones, o WH-1000XM6. Em análise publicada no YouTube, o Canaltech detalha as especificações técnicas, mudanças de design e o posicionamento de mercado do produto, que chega ao varejo brasileiro com preço médio de R$ 2.800 (na Amazon) e valor internacional de US$ 449.
O destaque do dispositivo recai sobre o sistema de cancelamento de ruído ativo (ANC), gerenciado pelo novo chip Sony QN3 e pelo processador V2. O hardware opera em conjunto com 12 microfones integrados — quatro a mais que a geração anterior — para monitorar e isolar frequências externas.
O apresentador Pedro Cipoli ressalta o foco do produto no isolamento acústico e conforto para uso prolongado, citando a ergonomia como ponto positivo para usuários de óculos.
"Ele é absurdamente confortável. Você coloca e sente que ele está bem encaixado, mas sem apertar as hastes dos óculos contra o rosto", afirma Cipoli na análise.
Desempenho técnico e conectividade
A bateria do WH-1000XM6 oferece autonomia de 30 horas com o cancelamento de ruído ativado e 40 horas com o recurso desligado. O modelo suporta conexão multiponto, permitindo o pareamento simultâneo com dois dispositivos, e é compatível com os codecs de áudio SBC, AAC, LDAC e LC3.
Apesar do avanço no número de microfones para o ANC, a captação de voz para chamadas apresenta limitações. Segundo a avaliação, o áudio em ligações é compreensível, mas não entrega alta fidelidade.
"Numa ligação de home office híbrido as pessoas entendem você, é muito claro, mas dá para perceber que o negócio é meio latoso, parece que está dentro de uma câmara de eco", pontua o apresentador.
O design da case de transporte também sofreu alterações, exigindo que o usuário ajuste a altura das hastes do fone a cada uso para que o dispositivo caiba no estojo, que agora é mais compacto.
Mercado e concorrentes
O novo modelo da Sony disputa o segmento premium diretamente com o Bose QuietComfort Ultra, o JBL Tour M3 e o AirPods Max, da Apple. A análise indica que, para o consumidor que busca a "assinatura de som Sony" — caracterizada por graves presentes e espacialidade — o investimento se justifica pela tecnologia embarcada, apesar do preço elevado.
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