5 Motivos 211 / 227 vídeos

5 motivos para NÃO comprar o iPhone Xs Max

04:09 | Por Adriano Ponte | 10 de Outubro de 2018
Tudo sobre

Saiba tudo sobre iPhone XS Max

Ficha técnica

Morar no Brasil não é para iniciantes, principalmente quando falamos de usuários Apple e suas peripécias para se manterem atualizados com as novidades da marca. Confira agora 5 motivos para não comprar o iPhone XS Max.


Preço²

Se você lembra de alguma matéria do Canaltech dizendo que tínhamos um dos iPhones mais caros do mundo, saiba que isso facilmente descreve o iPhone Xs Max, com preço estrangeiro de US$1.099 para a versão com 64GB, US$ 1.249 para 256GB e US$ 1.449 para 512GB de armazenamento interno. É dinheiro suficiente para comprar diversos smartphones topo de linha do ano passado (ou 2 desse ano, dependendo da sua escolha).

Nada justifica esse preço se analisarmos os recursos do iPhone Xs Max, a não ser o valor agregado à marca e o “luxo” atribuído aos iPhones pelas pessoas.

Insistência no Lightning

Se você já faz parte do mundo Apple e acostumou-se a manter diversos cabos lightning pela casa (e que não servem para praticamente nada além disso), tudo bem.

O problema vem para pessoas que possuem outros equipamentos (como câmeras, caixas de som e inúmeros eletrônicos) que seguem o padrão da indústria que facilita a conectividade para todos, o USB-C. Temos mais uma geração de telefones da Apple que insiste num conector proprietário, um passo enorme para trás em tempos de convergência para um conector de melhor qualidade e resistência adotado por tantas rivais nessa indústria.

Mais um aparelho “farofa de vidro”

Sabemos o quanto é grande a diferença dos materiais utilizados nos aparelhos modernos que vemos pelo mercado, e dentro da própria Apple é possível notar o quanto o vidro utilizado pela fabricante ganhou resistência e proteção ao longo das gerações.

Nosso ponto é um só: andar com um retângulo envidraçado dos dois lados é brincar com a sorte, por mais cuidado que seja tomado no dia a dia. Celulares podem cair no chão, e as leis da física se aplicam muito bem sobre esse tipo de material (e nesse caro aparelho).

Bateria… de novo

3174 mAh são uma quantidade ultrapassada pelo mercado de smartphones faz muito tempo, e por mais que possam haver alegações sobre otimização e afins ainda assim falamos do maior iPhone (com a maior tela Super AMOLED que já existiu em um telefone da marca).

Essa bateria se mostrou fraca para um topo de linha, dando 6 horas de tela como autonomia de uso contínuo em streaming. O resumo é simples: leve um carregador com você (caso) seu perfil de usuário seja qualquer coisa acima de deixar o iPhone no bolso esperando o WhatsApp ou uma notificação do Facebook chamar sua atenção, para só daí usar o telefone.

Sem leitura de digitais

Não temos como apoiar essa decisão da Apple. Remover um dos métodos mais seguros e rápidos de desbloqueio de um dos seus principais produtos é algo que mostra quase “loucura” para forçar uma realidade alternativa entre seus clientes, uma mitologia onde o certo é errado e tudo mais.

Sem desmerecer o “FaceID” que funciona corretamente, porém a leitura de digitais é algo que deveria acrescentar sua funcionalidade ao iPhone (e não ser algo substituível por um sistema com propósito completamente diferente e com limitações opostas).

Dessa forma a Apple perde a chance de ter tecnologias que se completam, e joga o usuário na direção que a empresa quer, espancando a boa vontade dos consumidores.

Gostou desse vídeo?

Inscreva seu email no Canaltech para receber atualizações diárias com as últimas notícias do mundo da tecnologia.

Ofertas iPhone XS Max