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Vai precisar de Internet para usar TV 3.0? Anatel explica

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Arte/Canaltech
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A TV 3.0 é a nova geração da televisão digital aberta e gratuita do Brasil, com melhorias significativas em qualidade de imagem e som. A boa notícia é que a Internet não será obrigatória para usá-la: o sinal para transmitir a programação das emissoras continuará sendo recebido por uma antena normalmente.

Contudo, a conexão será necessária para explorar outros avanços do padrão, incluindo o acesso a mais opções de conteúdo e apps.

A TV 3.0 requer internet?

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Ao Canaltech, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) explica que a TV 3.0 não exigirá acesso à Internet para a recepção do sinal. 

“O usuário que não estiver conectado à internet poderá usufruir normalmente dos canais recebidos pela antena do televisor, tendo acesso às melhorias de som e imagem, mas sem a possibilidade de interação com a programação”, diz a agência.

A diferença é que, sem Internet, não será possível interagir com a programação. Afinal, a conexão vai oferecer acesso a uma camada extra de recursos, como a interatividade com programas e uso de aplicativos, além do conteúdo linear.

O que é TV 3.0?

A TV 3.0 é a nova geração da televisão digital aberta brasileira, considerada uma evolução do sistema iniciado em 2007. O modelo integra os serviços de Internet à transmissão tradicional de sons e imagens, possibilitando o uso de aplicativos e a interação com parte da programação.

A tecnologia representa a segunda geração do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre (SBTVD-T), segundo a Anatel.

O novo padrão se baseia em tecnologias avançadas de transmissão, e se destaca pela oferta de imagens em 4K. Além disso, o novo padrão vai permitir o uso de outros recursos, como o HDR e Dolby Audio.

Quando a TV 3.0 será implantada no Brasil?

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O cronograma de transição e as regras detalhadas de implantação são de competência do Ministério das Comunicações, conforme o Decreto nº 12.595/2025, assinado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em 2025.

Segundo o Ministério das Comunicações, a migração será escalonada, começando pelas grandes capitais, e haverá um período de convivência entre os sistemas atual e novo. Assim como ocorreu com a transição do sinal analógico para o sinal digital nos últimos anos.

“Todo o processo deve levar entre 10 e 15 anos”, diz o comunicado da pasta.