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Starlink ganha nova estrutura no Brasil e contrata ex-executivo da TIM

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Crédito: Bruno de Castro
Crédito: Bruno de Castro

A Starlink anunciou ampliação de sua estrutura no Brasil com contratação de Paulo Esperandio, ex-CMO da TIM, para diretoria de desenvolvimento de negócios. Mudança visa profissionalizar operação local e expandir presença nos mercados corporativo e governamental.

Além disso, a empresa de Elon Musk passa a operar sob CNPJ brasileiro com responsáveis locais, facilitando aproximação com clientes governamentais e interlocução regulatória.

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Equipe cresce de 4 para 20 funcionários

Atualmente com apenas quatro pessoas dedicadas ao atendimento de revendedores, estrutura deve chegar a 20 funcionários até final do ano. Expansão inclui profissionais dedicados ao mercado individual (consumer) além do corporativo.

Paulo Esperandio, que ocupava cargo de CMO na TIM até final de 2025, assume posição estratégica como diretor de desenvolvimento de negócios da SpaceX, controladora da Starlink.

Brasil é terceiro maior mercado da Starlink

Atualmente, o país conta com cerca de 600 mil clientes ativos de um total de 9 milhões no mundo. Além disso, a Starlink figura há quase dois anos entre três operadoras que mais crescem em adições líquidas, ao lado de Vivo e Claro.

Diferencial está em ser a única das três que opera exclusivamente por satélite. Dessa forma, o crescimento acelerado no segmento residencial coloca empresa em posição de destaque no mercado brasileiro.

Foco em mercado corporativo e governamental

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Estabelecimento de CNPJ brasileiro facilita participação em contratos públicos e diálogo com órgãos reguladores. Ou seja, a estrutura local permite avanço mais ágil em novos acordos comerciais.

No mercado corporativo e governamental, Starlink tem sido concorrente de grande impacto para operadoras tradicionais de satélites. Empresa já possui parcerias no fornecimento de capacidade para várias operadoras de telecomunicações.

Modelo matricial mantém decisões na matriz

Apesar da estrutura nacional, empresa segue operando em modelo matricial típico de startups. Decisões estratégicas continuam sendo tomadas em alinhamento direto com matriz norte-americana.

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Porém, a proximidade jurídica combinada com agilidade de startup permite que Starlink mantenha flexibilidade operacional. Essa estratégia visa equilibrar presença local com controle centralizado das operações globais.

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Fonte: Teletime