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Como será a implantação da TV 3.0 no Brasil? Veja o que já está planejado

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Arte/Canaltech
Arte/Canaltech

A TV 3.0 começará a chegar ao Brasil em breve, mas a transição completa para o novo padrão de televisão digital aberta e gratuita deve levar alguns anos. Segundo o Ministério das Comunicações, a implantação será gradual, começando pelas grandes capitais, e nenhum telespectador precisará trocar de aparelho imediatamente.

Como funcionará a implantação da TV 3.0?

A implantação ocorrerá de forma gradual, seguindo um cronograma nacional estruturado, nos mesmos moldes da transição do sinal analógico para o digital. A fase preparatória estava prevista para ser concluída em 2025, com início das primeiras transmissões até a Copa do Mundo de 2026. 

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A migração será escalonada, começando pelas grandes capitais, e haverá um período de convivência entre os sistemas atual e novo. Já o cronograma detalhado de transição é de responsabilidade do Ministério das Comunicações, conforme o artigo 15 do Decreto nº 12.595/2025.

O decreto também define que nenhum usuário deverá ser privado do acesso à televisão aberta e gratuita durante a transição. O desligamento do sistema atual levará em conta o nível efetivo de cobertura da TV 3.0 em cada localidade.

O que é TV 3.0?

A TV 3.0 é considerada a nova geração da televisão digital aberta brasileira, uma evolução do sistema iniciado em 2007. Além de garantir imagem e som com mais qualidade, o modelo integra serviços de Internet à transmissão tradicional para garantir mais interatividade.

Assim, será possível acessar tanto conteúdo extra quanto ferramentas que possibilitam a interação com parte da programação.

A TV 3.0 precisa de Internet para funcionar?

Não. Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ao Canaltech, a Internet não será obrigatória para receber o sinal da TV 3.0. Ou seja, quem não estiver conectado continuará assistindo normalmente aos canais abertos pela antena com as melhorias de imagem e som do novo padrão. 

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A conexão é opcional, mas amplia a experiência: com ela, o telespectador tem acesso a interatividade, conteúdos sob demanda e aplicativos, incluindo os da plataforma de serviços públicos do governo.