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O que mudou no novo iPad Mini com tela OLED desde a última geração?

Por  • Editado por Léo Müller | 

Novo iPad Mini
Divulgação/Apple (Imagem editada por IA)

A nova geração do iPad mini foi anunciada pela Apple com mudanças que vão além de uma atualização de processador. Uma das principais novidades do tablet fica por conta da adoção de uma tela OLED de 8,5 polegadas, acompanhada por melhorias de desempenho, conectividade e resistência do dispositivo.

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O aparelho mantém a proposta de oferecer os recursos de um iPad em formato compacto, mas ganha características que ampliam as possibilidades de uso para trabalho, entretenimento e criação de conteúdo. A fabricante, inclusive, considera o modelo sua maior atualização para a linha até hoje. 

Dave Pakula, vice-presidente de engenharia de hardware da gigante de Cupertino, destacou a combinação entre portabilidade, desempenho e mudanças no conjunto de recursos do dispositivo.

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“O iPad mini é muito popular por sua portabilidade, performance e tela fantásticas, sendo usado por uma grande variedade de pessoas, como criadores, profissionais de saúde, empreendedores, equipes de campo e gamers. Com um design muito mais fino e leve, a nova tela OLED espetacular, o chip A20 Pro incrivelmente poderoso e resistência a água e poeira, o novo iPad mini é um enorme avanço para quem adora a experiência completa do iPad na palma da mão”, afirmou o executivo em comunicado.

Tela OLED de 8,5 polegadas tem mais brilho e contraste

A tela é uma das mudanças mais relevantes do novo iPad mini. O painel Super Retina XDR utiliza tecnologia OLED, tem 8,5 polegadas e as bordas ficaram 24% mais finas, permitindo ampliar a área de visualização sem aumentar as dimensões do aparelho.

A tecnologia OLED controla a iluminação de cada pixel, favorecendo pretos mais profundos e maior contraste entre áreas claras e escuras. Seu pico de brilho chega a 1.200 nits, mais que o dobro do registrado na geração anterior, enquanto o brilho mínimo de 1 nit pode facilitar a leitura em ambientes escuros.

Outra novidade é a opção de vidro com acabamento nano-texture, que reduz reflexos em locais muito iluminados. O recurso pode ser útil para quem trabalha ao ar livre ou precisa visualizar informações na tela sob luz intensa.

Chip A20 Pro amplia o desempenho e os recursos de IA

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O novo processador também representa um avanço importante para o iPad Mini. Fabricado com processo de dois nanômetros, o A20 Pro é o mesmo usado na linha iPhone 18, combinando CPU de até seis núcleos e GPU de sete núcleos, com recursos voltados a gráficos avançados e tarefas de inteligência artificial (IA).

De acordo com a Apple, o desempenho em tarefas de IA pode ser até 4,5 vezes maior que o da geração anterior. O processamento gráfico pode alcançar um ganho de até 2,7 vezes, enquanto o desempenho em tarefas com múltiplas threads chega a ser 60% superior.

Na prática, os números indicam potencial para mais agilidade em atividades como edição de fotos, jogos, renderização 3D e execução de modelos de IA diretamente no aparelho. 

A configuração de 512 GB também inclui um sistema Duplo Neural Engine de 16 núcleos, voltado a acelerar determinadas tarefas relacionadas à IA.

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Design mais fino ganha proteção contra água e poeira

Com 5,4 mm de espessura, o novo iPad mini ficou 0,9 mm mais fino que seu antecessor, que tinha 6,3 mm. O aparelho também ganhou certificação IP67, que indica proteção contra poeira e imersão temporária em água nas condições previstas pelo padrão.

O sistema de áudio foi reformulado com o Acoustic Display, e agora seus alto-falantes incorporam componentes projetados para produzir graves mais potentes e agudos mais nítidos. Essa melhoria pode beneficiar quem assiste a vídeos, joga ou edita conteúdo no tablet.

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Outra novidade do lançamento diz respeito à posição da câmera frontal de 12 MP, que agora fica localizada mais lateralmente, favorecendo chamadas de vídeo com o dispositivo deitado. Já na parte traseira, a câmera grande-angular de 12 MP oferece gravação de vídeos em 4K a até 60 quadros por segundo.

Conectividade e novos recursos iPadOS 27

O tablet conta com o chip N1, que oferece suporte a Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e Thread. A companhia afirma que o componente oferece melhor desempenho quando conectado a redes Wi-Fi de 5 GHz, melhorando a performance de recursos como AirDrop e AirPlay.

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Já o C2 equipa as versões com conexão celular e promete velocidades de dados até 50% superiores às da geração anterior, trazendo também mais eficiência no consumo de energia. 

O modelo também chega com o iPadOS 27, sistema operacional que traz a nova geração da Apple Intelligence e a Siri AI, disponível em versão beta. Entre as novidades estão recursos de reconhecimento de contexto pessoal, ferramentas avançadas de edição de imagens, interação com o conteúdo da tela e vozes mais expressivas com maior precisão no ditado. 

Quanto o novo iPad vai custar no Brasil?

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A pré-venda da nova geração do iPad Mini começa no dia 28 de outubro, e as entregas do aparelho terão início em 6 de novembro. O tablet será vendido nas cores meia-noite e estelar, com opções de armazenamento de 128 GB, 256 GB e 512 GB.

Os preços partem de R$ 8.499 na versão com Wi-Fi e chegam a R$ 10.499 no modelo com Wi-Fi e conexão celular.

E se você está considerando comprar o novo iPad Mini para usar na rotina de estudos, vale considerar também adquirir alguma dessas 5 opções com bom custo-benefício que não travam. 

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