Ex-goleiro do Palmeiras investe em startup de apostas

Ex-goleiro do Palmeiras investe em startup de apostas

Por Márcio Padrão | Editado por Claudio Yuge | 25 de Fevereiro de 2022 às 22h00
André Luiz D. Takahashi/Wikimedia Commons

A startup Hit ainda é uma ideia em formação, mas, de acordo com o site Exame, já conseguiu arrecadar R$ 3 milhões de investidores como Marcos, ex-goleiro do Palmeiras e parte da seleção brasileira pentacampeã na Copa de 2002. A empresa quer implementar uma rede social de apostas e bolões esportivos.

A ideia é que os torcedores criem grupos dentro da plataforma da Hit para ver conteúdos, escrever comentários, e claro, apostarem dinheiro. Não será necessário pagar para acessar a rede social. A expectativa é de reunir 73 torneios do Brasil e do exterior, com foco na América Latina. AInda não se sabe quanto é a projelão de faturamento, mas o objetivo é chegar a cerca 2,5 milhões de usuários até o fim deste ano.

“Queremos que esse seja um ponto de encontro entre os amigos e que eles possam se divertir sem a preocupação de estarem dentro de um ambiente tóxico, que possa provocar vícios ou a perda de grandes valores”, afirma o empresário Thiago Martins Machado, criador da startup.

Rede social da startup Hit para terá conteúdos, comentários e apostas (Imagem: Reprodução/Mitch Rosen/Unsplash)

O objetivo de Machado é lançar a plataforma em outros países após se consolidar no Brasil. “Por isso, nós criamos uma estrutura com rígidas regras de compliance e estruturada para atuar na maioria dos mercados mundiais”, diz o fundador. A Hit, diz ele, vai adotar indicadores de riscos do mercado financeiro para evitar fraudes.

O mercado de apostas online no Brasil é promissor: segundo o Ibope Monitor, há cerca de 450 sites do tipo no país. Os dez maiores investiram quase US$ 12 milhões (R$ 60 milhões nos valores atuais) em publicidade no primeiro semestre de 2020. No mesmo período do ano passado, o valor foi a US$ 75,7 milhões (R$ 379 milhões). Em 2020, de acordo com a Grand View Research, este mercado movimentou US$ 59,6 bilhões (R$ 298 bilhões) em todo o mundo e poderá chegar a US$ 127,3 bilhões (R$ 637,3 bilhões) em 2027.

Fonte: Exame

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