iPhone e MacBook “baratos”: o que a Apple pode anunciar em 4 de março
Por Bruno Bertonzin • Editado por Léo Müller | •

O evento Apple Experience, marcado para o dia 4 de março, deve encerrar uma semana repleta de anúncios da gigante de Cupertino. A estratégia permite que a marca promova diversos produtos de forma individual, em vez de concentrar tudo em uma única apresentação.
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Com uma lista extensa de dispositivos aguardados para o início de 2026, a Apple aproveita o momento para atualizar tanto seus modelos de entrada quanto as linhas de alto desempenho. Alguns aparelhos têm presença quase confirmada, enquanto outros ainda dependem de confirmações de última hora.
iPhone 17e: o novo queridinho do custo-benefício
O iPhone 17e surge como o principal candidato para o evento de março. O modelo reforça a nova estratégia da Apple de dividir os lançamentos de smartphones em dois períodos do ano.
A expectativa é de que o aparelho receba apenas uma atualização técnica pontual. Isso inclui a manutenção da tela OLED de 6,1 polegadas com taxa de atualização de 60Hz e um design muito semelhante ao seu antecessor, o iPhone 16e.
A maior mudança interna fica por conta do chipset Apple A19, o mesmo presente na linha iPhone 17, além de novos chips de conectividade sem fio desenvolvidos pela própria Apple.
Outra novidade relevante é a chegada do MagSafe, que permite o uso de acessórios como carregadores magnéticos e carteiras. Existe ainda a possibilidade de a marca abandonar o entalhe clássico para adotar a Dynamic Island.
O preço estimado é de US$ 599 no mercado estadunidense. Vale destacar que seu antecessor chegou pelo mesmo preço nos EUA, e custava R$ 5.799 para sua versão com 128 GB.
MacBook econômico para atrair novos usuários
Outro item muito provável na lista é um MacBook com foco no custo-benefício. Esta nova categoria deve se posicionar abaixo do MacBook Air como a opção mais barata entre os notebooks da Maçã.
O diferencial deste modelo deve ser o processador. Em vez dos tradicionais chips da série M, a Apple deve utilizar componentes de classe iPhone, como o A15 ou o A18 Pro. Para reduzir custos, a fabricante aposta em melhorias nos processos de produção, e deve manter o acabamento em alumínio.
O design deve ser mais vibrante que o dos modelos profissionais, com opções de cores em amarelo, verde, azul e rosa. Com uma tela de 13 polegadas, o dispositivo deve chegar aos Estados Unidos com preço entre US$ 699 e US$ 750.
Atualizações de performance nas linhas Pro e Air
A Apple também deve aproveitar o evento para migrar os modelos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas para os chips M5 Pro e M5 Max. Atualmente, apenas a versão base de 14 polegadas conta com o chip M5, e a atualização das variantes mais potentes costuma ocorrer poucos meses depois.
Não são esperadas mudanças visuais nestas linhas. O foco total permanece no ganho de desempenho dos novos processadores. Modelos com telas OLED devem demorar mais tempo para chegar ao consumidor.
O MacBook Air também segue no radar de atualizações para o início de 2026. A tendência é que o modelo receba o novo hardware simultaneamente aos notebooks profissionais, para manter a coerência no catálogo de computadores da empresa.
iPad Air e iPad base também devem ganhar novidades
O iPad Air completa um ano desde sua última atualização, o que torna o evento de março a janela perfeita para um novo modelo. Vazamentos de códigos indicam que o tablet receberá uma melhoria técnica simples, com a troca do chip M3 pelo M4.
Já o iPad de entrada, que também costuma seguir um ciclo anual, deve receber o chpset Apple A19. Apesar de ser um produto com menos foco nos rumores, o dispositivo é essencial para a estratégia de volume de vendas da Apple e tem boas chances de aparecer no cronograma da próxima semana.
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