Galaxy Note 7 também tem restrições de voo na Índia

Por Redação | 15 de Setembro de 2016 às 23h55

Lançado em agosto, o Galaxy Note7 tem se tornado um grande problema para a Samsung. A bateria do dispositivo tem causado sérios problemas de explosão e relatos de acidentes perigosos, e levou os órgãos de regulação da aviação civil a tomarem atitudes contra o aparelho. Dessa vez, o Diretorado Geral de Aviação Civil da Índia (DGCA, em inglês) emitiu uma determinação que proíbe que os passageiros de voos no país despachem o Galaxy Note7 na bagagem.

De acordo com a determinação do órgão, os passageiros só poderão viajar com o dispositivo se este estiver na bagagem de mão e não for utilizado em nenhum momento durante toda a viagem, ficando desligado para evitar qualquer risco de explosão ou acidente relacionado a bateria. "À luz dos recentes incidentes envolvendo acidentes de baterias da Samsung em seus dispositivos Galaxy Note7 em todo o mundo, companhias de viagens aéreas são aconselhadas a não permitirem esses celulares ligados durante o voo nem despachados em qualquer check-in de bagagem", afirmou a DGCA.

Nos Estados Unidos, a FAA (Federal Aviation Administration) emitiu um aviso aos passageiros de companhias aéreas recomendando "fortemente" que não utilizem o Galaxy Note 7 dentro dos aviões, bem como não despachem o dispositivo em suas bagagens ou recarreguem os smartphones durante o voo. Além de companhias indianas e norte-americanas, três empresas aéreas da Austrália (Qantas, Jetstar e Virgin Australia) proibiram seus passageiros de usarem o dispositivo durante as viagens.

Muitos casos de explosão e acidentes com o Galaxy Note 7 têm circulado na internet. Em um dos casos, o aparelho pegou fogo durante a noite enquanto estava sendo carregado em um quarto de hotel na Austrália, gerando um prejuízo de R$ 4,4 mil. Relatos semelhantes têm ocorrido em vários lugares do mundo onde o dispositivo está sendo comercializado. O problema com o Galaxy Note 7 levou a Samsung a suspender as vendas e anunciar um recall do aparelho. O prejuízo da Samsung com a decisão pode ultrapassar US$ 1 bilhão.

Via Tech Times

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