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Galaxy A57 e A37 ganham detalhes de bateria em nova certificação

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Gabriel Furlan Batista/ Canaltech
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O Galaxy A57 e o Galaxy A37 apareceram no banco de dados EPREL da União Europeia sob os modelos SM-A576B/DS e SM-A376B/DS, revelando especificações importantes sobre bateria, autonomia e resistência antes do lançamento oficial. As etiquetas energéticas trazem informações que ajudam a entender o que esperar dos novos intermediários da Samsung.

Segundo a certificação, ambos os aparelhos receberam nota A no teste padronizado de eficiência energética da UE. Isso sugere autonomia sólida de um dia e meio para a maioria dos usuários.

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Bateria de 5.000 mAh com autonomia de mais de 50 horas

De acordo com os documentos, o Galaxy A37 alcança até 53 horas de uso com uma única carga. Já o A57 chega a 52 horas, números baseados em um ciclo fixo de uso que mistura chamadas, navegação web, reprodução de vídeo e standby.

Embora não reflitam todos os cenários do mundo real, os resultados indicam que ambos devem entregar boa duração na prática.

Ambos os modelos listam bateria nominal de 4.905 mAh, capacidade que a Samsung certamente comercializará como 5.000 mAh típicos.

Além disso, o carregamento rápido deve chegar a 45W, mantendo os aparelhos competitivos na faixa intermediária.

Resistência IP68 e menos ciclos de carga que a geração anterior

Em termos de resistência, tanto o Galaxy A57 quanto o A37 são certificados com proteção IP68 contra água e poeira. Trata-se de uma melhoria em relação à classificação IP67 vista nos antecessores, o que representa um upgrade significativo no papel.

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A resistência a quedas apresenta ligeira diferença entre os modelos. Enquanto o A57 recebe classificação A, o A37 fica com nota B. Já a capacidade de reparo permanece em C para ambos, padrão comum em smartphones modernos com design selado.

Mudança na durabilidade da bateria preocupa

Um ponto que chama atenção é a certificação de ciclos de carga. Segundo a etiqueta da UE, ambos os aparelhos são certificados para 1.200 ciclos completos antes que a capacidade da bateria caia abaixo de 80% do original.

Esse número é notavelmente inferior aos 2.000 ciclos listados anteriormente para o Galaxy A56 e A36. Curiosamente, a mesma redução foi observada na linha Galaxy S26, sugerindo uma mudança mais ampla na estratégia de baterias da Samsung.

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Isso não significa necessariamente que as baterias sejam piores no uso diário. Contudo, para usuários que costumam manter seus celulares por quatro ou cinco anos, essa classificação mais baixa merece atenção.

O lançamento oficial dos dois modelos é esperado para o próximo mês. Como sempre, o cenário completo dependerá de preços e testes no mundo real.

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Fonte: EPREL