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Celular de 128 GB ainda vale a pena? Saiba quanto pagar a mais por 256 GB

Por  • Editado por Léo Müller | 

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Victor Lenze/Canaltech
Victor Lenze/Canaltech

A evolução das câmeras dos smartphones trouxe inúmeras vantagens para a fotografia moderna, mas também veio com um “mal silencioso”: o espaço que esses arquivos ocupam na memória do telefone. Fotos em alta resolução, vídeos em 4K e gravações em slow motion tem aumentado rapidamente o consumo da memória interna dos smartphones – e isso representa um grande problema para os modelos de 128 GB.

Assim como os celulares com 64 GB se tornaram obsoletos, será que estamos nos aproximando do momento de dizer o mesmo dos de 128 GB? Por mais que tudo isso dependa do seu perfil de uso, para padrões modernos, eles já estão se mostrando limitados.

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Até que ponto 128 GB ainda valem?

Para uso básico como WhatsApp, navegação, algumas fotos e poucos vídeos, os 128 GB podem dar conta do recado. No entanto, para quem registra muitos momentos com a câmera ou grava vídeos com frequência, esse espaço se esgota rapidamente.

O problema se agrava quando você não usa uma assinatura de armazenamento na nuvem. Sem plano pago no Google Fotos ou no iCloud, a única alternativa é guardar tudo na memória do celular, o que torna o limite de armazenamento ainda mais crítico.

A verdade é que fotos e vídeos consomem muito espaço. Um vídeo de alguns minutos em resolução alta pode ocupar vários gigabytes e cada sessão de gravação reduz o espaço livre significativamente. Se você tira muitas fotos com qualidade elevada ou grava regularmente, os 128 GB podem se tornar um gargalo em questão de meses.

Quem não tem backup em nuvem precisa decidir: apagar arquivos antigos, mover para o computador ou, na melhor das hipóteses, pagar um pouco mais por um modelo com armazenamento maior.

Quando optar por 256 GB?

Hoje em dia, 256 GB não é mais grande coisa. A Apple erradicou os modelos de 128 GB da linha iPhone 17, dando início ao modelo base a partir dos 256 GB. Isso reforça que o novo padrão já visa celulares “básicos” dando o pontapé inicial tendo esse armazenamento como mínimo.

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Em muitos casos, a diferença de preço de um modelo de 128 GB para 256 GB, dentro da mesma linha, costuma ser baixa (desconsiderando os períodos de lançamento). Para quem grava vídeos com frequência ou planeja manter o celular por vários anos, esse valor extra pode trazer bastante tranquilidade e longevidade ao aparelho.

Um exemplo: o Galaxy S25 FE de 128 GB está custando em média R$ 3.300, enquanto sua versão de 256 GB sai por R$ 3.600 – apenas R$ 300 de diferença. Já o S25 base apresenta um padrão ainda mais inconsistente: é bem comum encontrar o modelo de 256 GB saindo mais barato que o de 128 GB!

Já do lado da Apple, a diferença costuma ser mais pesada. O iPhone 16, por exemplo, atualmente custa cerca de R$ 4.300 em sua versão de 128 GB e R$ 5.400 na de 256 GB – R$ 1.000 de diferença. Essa discrepância pesa no bolso, mas pensando do lado do custo-benefício, acaba valendo a pena.

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Dito isso, o quanto vale a pena pegar pelo upgrade varia de acordo com o modelo. A partir desses exemplos, podemos estipular que algo entre R$ 300 e R$ 1.000 a mais seria um valor justo, em vista dos benefícios.

A longo prazo, pagar por 256 GB muitas vezes é um investimento inteligente. Mesmo que não utilize todo o espaço imediatamente, você ganha liberdade para gravar, registrar e instalar sem correr o risco de ficar sem memória. Para usuários que não dependem de backups na nuvem, essa opção ganha ainda mais peso.

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