Apple recebe segundo processo após revelar lentidão proposital de iPhones

Por Redação | 26 de Dezembro de 2017 às 14h10
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A notícia de que a Apple intencionalmente diminui a capacidade dos iPhones para economizar bateria e melhorar a usabilidade continua causando revolta nos usuários.

Depois de ser processada por uma dupla de moradores dos Estados Unidos, a Maçã agora recebeu mais uma ação judicial contra a prática, dessa vez em Israel.

A ação coletiva de mais de US$ 120 milhões foi registrada por dois israelenses, sob a alegação de que a Apple violou os seus deveres básicos em relação aos usuários por não divulgar que as atualizações de software, classificadas pela própria companhia como inocentes, impactam o uso dos iPhones de forma negativa.

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O documento afirma que não há dúvidas de que a informação sobre a lentidão dos aparelhos é importante, e que os usuários deveriam ter conhecimento sobre as consequências antes de escolher fazer as atualizações.

Entenda o caso

A revelação da Apple aconteceu há poucos dias, quando a empresa disse que a performance do iPhone 6S foi reduzida com as novas atualizações para evitar que a bateria se esgote rapidamente.

Além de preservar a carga, a redução da velocidade resolve problemas enfrentados recentemente com a chegada do iOS 11, como travamentos e desligamentos frequentes.

A Apple revelou ainda que iPhones mais antigos também têm o processamento reduzido para evitar superaquecimento e outras falhas.

Fonte: Gadgets 360º

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