Apple nega problema do "Scratchgate" em resposta oficial
Por Vinícius Moschen • Editado por Léo Müller | •

Após casos de supostos arranhões na parte de trás do iPhone 17 Pro, a Apple deu suas primeiras respostas oficiais em relação ao chamado “Scratchgate”. No entanto, a companhia negou que o problema ocorre da forma que foi alegado por internautas.
Após o desgaste ter sido visto em unidades de demonstração no evento de lançamento, a empresa atribuiu o fenômeno à "transferência de material" dos suportes MagSafe utilizados na ocasião.
A Apple ainda adicionou que esses resíduos poderiam ser removidos com uma simples limpeza, e não constituem danos permanentes. Finalizou apontando que a ocorrência também pode afetar modelos antigos de iPhone, ou qualquer produto de alumínio anodizado da marca.
Testes realizados desde o início das entregas do iPhone, na semana passada, indicam que o desgaste do revestimento nas bordas do módulo de câmeras tende a ocorrer em poucos dias de uso normal.
Além disso, o uso sem capa, incentivado pela Apple, aumenta a exposição à poeira, o que gera um atrito capaz de deixar marcas visíveis.
O que é o Scratchgate — entenda o que acontece
Desde o anúncio do iPhone 17 Pro, marcas visíveis na moldura de alumínio do aparelho dominaram as discussões sobre o dispositivo.
Segundo informações iniciais, os arranhões são resultado de dois fatores principais: a mudança de material em relação à geração anterior, além de um novo formato do módulo de câmeras.
Afinal, a Apple substituiu a moldura de titânio do iPhone 16 Pro por uma de alumínio, com o objetivo de reduzir o peso e melhorar a dissipação térmica.
Além disso, a ilha de câmeras passou a ter bordas mais retas, em vez do acabamento suave das gerações anteriores. Em contato com chaves ou moedas, por exemplo, essa estrutura “pontiaguda” pode ter seu revestimento de pintura danificado.