Tinder lança Central de Segurança repaginada para garantir paqueras saudáveis

Tinder lança Central de Segurança repaginada para garantir paqueras saudáveis

Por Felipe Gugelmin | Editado por Claudio Yuge | 19 de Julho de 2021 às 22h30
Kon Karampelas/Unsplash

O Tinder anunciou na última quinta-feira (15) a estreia da versão brasileira de sua Central de Segurança. Com a promessa de evoluir de forma constante, o espaço fornece aos usuários do aplicativo de paquera um local que oferece orientações de como realizar encontros de forma segura e como manter o bem-estar ao conhecer e conversar com outras pessoas que frequentam a plataforma.

O espaço também fornece uma lista de linhas diretas para suporte em áreas que incluem saúde mental, violência por conta de preconceito e segurança na internet. A nova central foi desenvolvida em parceria com diversas organizações não-governamentais (ONGs), incluindo nomes como ABGLT, FONATRANS, Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo e o Mapa do Acolhimento, entre outras.

"Todos os dias, milhões de membros do Tinder confiam em nós para apresentá-los a novas pessoas, e nós nos dedicamos a construir recursos inovadores de segurança que atendam às necessidades das comunidades de date online de hoje", explica Rory Kozol, Chefe de Produtos de Segurança do Tinder.

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Imagem: Divulgação/Tinder

O Brasil é o primeiro país da América Latina a receber uma versão própria da Central de Segurança, que também está disponível nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha e Japão. Além de trazer informações que antes ficavam dentro das configurações do aplicativo, o espaço quer garantir a acessibilidade a todos os recursos dos quais os usuários podem precisar enquanto usam o aplicativo.

Segundo o Tinder, o acesso à Central pode ser feito através do menu principal e sempre que os membros trocarem mensagens com seus matches. O processo deve ser revisado e atualizado constantemente, e a empresa afirma que seu objetivo é garantir que o app seja um espaço livre em que todos possam se expressar e assumir suas próprias identidades sem medos de preconceitos.

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