Mais de 47 milhões de tentativas de phishing foram registradas em 2020

Por Ramon de Souza | 14 de Setembro de 2020 às 09h19
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A transformação digital acelerada causada pela COVID-19 tornou o trabalho remoto algo comum em empresas de todos os portes e segmentos. Porém, essa nova modalidade também simboliza riscos à segurança dos dados corporativos, já que, segundo um levantamento da dfndr lab, quase 30% dos profissionais não utilizam quaisquer medidas de segurança contra sites maliciosos (phishing) em seus computadores de trabalho.

A pesquisa foi feita com 2.997 trabalhadores que atuam em empresas com 30 ou mais funcionários. Embora quatro a cada dez entrevistados admita já ter sido vítima de um malware em seu dispositivo, 14% deles não possuem qualquer ferramenta de proteção em sua máquina.

“Somente em 2020, a PSafe identificou mais de 47 milhões de golpes de phishing. E funcionários em home office são o novo alvo predileto dos criminosos, devido ao menor grau de proteção que estes costumam ter em seus dispositivos e conexão”, explica Marco DeMello, CEO da PSafe: “Uma pesquisa recente mostrou que 57% dos brasileiros utiliza o Wi-Fi sem nenhum tipo de proteção, um prato cheio para os hackers”.

Outro risco constante é o uso de smartphones pessoais para acessar dados profissionais e manter comunicações sigilosas: 42% dos entrevistados que disseram utilizar seus smartphones pessoais para acessar informações do trabalho afirmam já terem sido vítimas de vírus e 16.08% dizem ter sido vítimas de roubo de identidade.

“Costumamos comparar que uma empresa com 150 funcionários, em que cada um utilize pelo menos dois dispositivos desprotegidos, tem 300 portas que ficam abertas para hackers. Os dados roubados podem ser usados para sequestrar contas, se passar pelas empresas nas redes sociais, e até mesmo para chantagem em busca de benefício financeiro. Além prejuízo monetário, há o risco para a reputação destas empresas diante a clientes, fornecedores e parceiros comerciais”, finaliza DeMello.

Fonte: PSafe

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